Natália Klein fala sobre ter 'decodificado algoritmo' para sucesso: 'Me senti protagonista esquizofrênica'

Suspense, comédia e drama. Três elementos dos muitos que embasaram Natália Klein para criar "Maldivas", sucesso da Netflix protagonizado por ela e um quarteto de peso: Bruna Marquezine, Manu Gavassi, Carol Castro e Sheron Menezzes. Recentemente, um site noticiou que a escritora passou quatro anos "decodificando o algoritmo" de sucesso do streaming, o que negou prontamente.

"Me senti o próprio meme da Nazaré Tedesco vendo equações matemáticas quando essa notícia saiu. Me senti o protagonista esquizofrênico de 'Uma Mente Brilhante'. Não, infelizmente eu não sou tão inteligente assim. Eu sou de Humanas. O que levou quatro anos foi o intervalo entre a primeira conversa sobre a série e a estreia na plataforma", explicou em entrevista exclusiva à ELA.

Apesar de se definir uma "psicótica, porém adorável" na internet, a atriz e escritora também nega que tenha esse transtorno, mas revela sofrer de ansiedade crônica.

"Definitivamente sou neurótica e sofro de ansiedade crônica. Tem dias que é bem difícil viver dentro da minha cabeça, mas sem dúvida nenhuma, esses traços se revertem em situações divertidas nos projetos que eu crio e escrevo", conta.

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