Nenhum político sueco representa grupo curdo PKK, diz chanceler

Ministra das Relações Exteriores da Suécia, Ann Linde, durante reunião em Bruxelas

ESTOCOLMO (Reuters) - Uma reportagem de que alguns políticos na Suécia representam o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), uma organização militante curda vetada pela União Europeia, não tem fundamento, disse a ministra das Relações Exteriores da Suécia nesta sexta-feira.

"São incorretos relatos de que políticos suecos em grupos democráticos representam a organização terrorista PKK", disse Ann Linde no Twitter. "São acusações graves que carecem de qualquer fundamento."

Uma reportagem publicada no domingo no jornal turco Turkiye Gazetesi afirmou que um político sueco tinha ligações com o PKK.

A Turquia se opõe aos pedidos da Suécia e da vizinha Finlândia para ingressar na aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) porque, segundo Ancara, ambos os países abrigam pessoas ligadas ao PKK e seguidores de Fethullah Gulen, a quem o governo turco acusa de orquestrar uma tentativa de golpe no país em 2016.

(Reportagem de Simon Johnson)

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