Nicole Bahls celebra aniversário de casamento com Marcelo Bimbi

Foto: Reprodução/Instagram (@nicolebahls)

Campeões do ‘Power Couple Brasil’, Nicole Bahls e Marcelo Bimbi estão comemorando um ano de casados nesta quarta-feira (4). No Instagram, a ex-panicat publicou uma sequência de fotos com o marido e se declarou na legenda. “Hoje faz exatamente um ano que nos casamos e a nossa união passou a ser a três: eu, você e Deus”, iniciou.

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Na publicação, a influenciadora agradeceu por Bimbi ser exatamente como ela idealizava. “Quando era criança, pedia um marido lindo, com o coração gigante, que me cuidasse, protegesse, fosse companheiro, amigo, fiel, respeitador. E Deus me enviou você, que faz de tudo pra me ver feliz, apoia o meu trabalho, ama os animais, me ama penteada, despenteada e na minha inutilidade”, elogiou.

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Segundo ela, Marcelo a incentiva na cozinha, ama seus amigos e fãs. O modelo ainda a acompanha em suas decisões e sempre tem um conselho bom. “Nunca me fez chorar em 6 anos de relacionamento. Espero viver mais 100 anos, no mínimo, ao seu lado. Que esse seja o primeiro ano de muitos. Te amo além da vida. Obrigada por me ensinar o verdadeiro sentido do amor, aquele que não machuca, que cuida, protege como um anjo enviado por Deus”, finalizou.

Recentemente, Nicole Bahls negou um boato sobre separação após a informação circular nas redes sociais. Esta não foi a primeira vez que jornalistas e internautas apostaram no fim do relacionamento. Nicole, porém, acredita que a desconfiança seja pelo fato de Bimbi ser muito reservado e não marcar presença ao lado dela em eventos. “Ele só sai de casa para fazer academia, assistir aos jogos do Vasco e trabalhar. Tanto que vou nas festas da casa da Anitta e em gravações sozinha”, justificou.

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Em vez de negar seguimento ou deixar os processos em ritmo lento, os ministros Marco Aurélio e Alexandre de Moraes preferiram levar à frente os questionamentos que tratam especificamente da atuação de Bolsonaro durante a crise. Um deles é uma notícia-crime do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) contra o presidente por supostamente violar lei que determina pena a quem desrespeitar ordem do poder público para evitar propagação de doença contagiosa. Nesse caso, Marco Aurélio pediu para a Procuradoria-Geral da República se manifestar. O outro é uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil para que Bolsonaro se adeque às exigências da Organização Mundial da Saúde em relação à doença. Moraes deu 48 horas para o presidente prestar esclarecimentos na ação. O professor de Direito Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Direito-Rio), explica que não há nada de extraordinário nos despachos de Marco Aurélio de encaminhar à PGR a notícia-crime contra Bolsonaro e de Moraes de pedir esclarecimentos à Presidência da República na ação da OAB, mas ressalta que as decisões passam uma sinalização importante. "Não tem nada de excepcional, mas claro que sinaliza que o procedimento está andando. Não diz nada sobre o desfecho que o processo vai ter, mas é diferente de deixar essa notícia-crime parada ou engavetada", avalia. Mesmo que esses casos não evoluam e não tenham consequências práticas, enquanto abertos podem virar uma arma política para a corte. Essas sinalizações se juntam a várias outras que os ministros já vinham emitindo. Recentemente, a corte preservou a competência dos estados no enfrentamento à pandemia e derrubou os efeitos de norma do Planalto para restringir a Lei de Acesso à Informação (LAI) durante a crise. Até o presidente da corte, ministro Dias Toffoli, que costuma fazer gestos em direção a Bolsonaro em busca de consenso, tem mandado recados ao Palácio do Planalto. No último dia 16, convocou uma reunião entre os chefes de Poderes e de tribunais superiores para discutir o combate ao novo coronavírus e evitou convidar Bolsonaro. A justificativa foi que o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o advogado-geral da União, André Mendonça, estavam presentes e detalharam as ações técnicas do governo no combate à pandemia. Toffoli não quis convidar Bolsonaro para o encontro. Dias depois, ele pautou para a primeira sessão após o agravamento da crise discussões sobre os limites de atribuições de governos federal, estadual e municipal em áreas que têm gerado conflito entre Bolsonaro e esses entes. Uma delas questiona a medida provisória do governo que obrigou que todas as decisões sobre transporte intermunicipal passe pelo governo federal e, a depender do resultado, o julgamento pode representar menos poder à União. Na contramão do discurso de Bolsonaro, Toffoli também defendeu, na segunda (30), o respeito às decisões estaduais de isolamento social. "Tudo que tem ocorrido no mundo leva a crer na necessidade do isolamento, realmente", ressaltou. Nos bastidores, os ministros afirmam que é momento de dar todo suporte técnico necessário para o Executivo enfrentar a doença e que é necessário respeitar a análise de cientistas e estudiosos da área. O ministro Alexandre de Moraes levou menos de 48 horas para analisar a ação da AGU e dar liberdade para o governo descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e manobrar o orçamento no combate à disseminação do coronavírus. Os ministros Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso também seguiram o mesmo comportamento dos demais colegas em relação ao chefe do Executivo em meio à crise. Primeiro, Barroso decidiu, mesmo depois de a Secretaria Especial de Comunicação negar a veiculação, proibir a campanha "O Brasil não pode parar", feita pelo governo. Na decisão, o ministro aproveitou para refutar o argumento de que o Brasil tem uma situação econômica diversa dos demais países e, por isso, tem que adotar medidas diferentes. "Nada recomenda que as medidas de contenção da propagação do vírus sejam flexibilizadas em países em desenvolvimento. Ao contrário, tais medidas, em cenários de baixa renda, são urgentes e devem ser rigorosas", disse. Depois, foi a vez de GIlmar criticar o governo. Nas redes sociais, o ministro comentou a demora no pagamento dos R$ 600 a trabalhadores informais aprovado pelo Congresso e rebateu a afirmação do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que seria necessária uma proposta de emenda à Constituição para liberar a verba. "Não adianta tentar colocar a culpa na Constituição Federal: as suas salvaguardas fiscais não são obstáculo, mas ferramenta de superação desta crise. O momento exige grandeza para se buscar soluções de uma Administração Pública integrada e livre do sectarismo. PagaLogo". O ministro Luiz Fux, um dos ministros da corte mais próximos de Bolsonaro, também tem ido na direção oposta à do presidente, defendendo o isolamento social. Para o professor Thomaz Pereira, o Supremo tem agido sempre que o governo foge dos acordos criados entre estados, municípios e órgãos federais, como o próprio STF e o Congresso. "O tribunal tem atuado contra o Executivo quando o Executivo está fora do consenso ou faz coisa que restringe direito fundamental de maneira que não está ligada ao que seja necessário para lidar com a crise, como ocorreu com a Lei de Acesso à Informação. Mas, quando o governo pede mais poderes para lidar com a crise na direção do consenso, o tribunal rapidamente se manifestou", diz.

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    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O deputado federal Luiz Flávio Gomes (PSB-SP) morreu na madrugada desta quarta-feira (1º), aos 62 anos. Professor de direito penal, eleito para o Legislativo em 2018, passava por tratamento de uma leucemia mieloide aguda, segundo informou o Hospital Sírio Libanês. Gomes estava de licença do cargo de deputado para realizar o tratamento da doença, diagnosticada em setembro de 2019. O suplente Luiz Lauro Filho (PSDB-SP) assumirá sua vaga na Câmara. Ele chegou a realizar um transplante de medula no dia 14 de janeiro deste ano. No entanto, seu quadro piorou nos últimos dias. Gomes atuou como advogado, promotor de Justiça e juiz, além de ter sido policial civil e delegado, nos anos 1980, e ter publicado livros como "O Jogo Sujo da Corrupção". Em sua eleição como deputado federal, Gomes recebeu mais de 86 mil votos. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), manifestou pesar em nome da Casa. "Referência como professor de direito, área à qual se dedicou ao longo da vida, ele foi um visionário no ensino à distância. Nossos sentimentos à família e aos amigos", escreveu ele no Twitter. O líder da oposição na Câmara e seu correligionário Alessandro Molon (PSB-RJ) também lamentou a morte na rede. "Acordei com a triste notícia da partida do querido amigo e também deputado federal pelo PSB Luiz Flávio Gomes. Um bravo guerreiro, leal, alegre, leve, comprometido com nosso país e com nosso povo, de quem sentirei enormes saudades. Que sua família encontre conforto!", escreveu. Em nota, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) ofereceu "condolências e solidariedade aos familiares e amigos". "Aos 62 anos, Gomes deixa um currículo de destaque no direito. Ele se formou pela Faculdade de Direito de Araçatuba, tornou-se mestre em direito penal pela Universidade de São Paulo e doutor em direito penal pela Universidade Complutense de Madri. Lecionou direito penal e processo penal em vários cursos de pós-graduação. Também fundou a rede de ensino LFG, em 2003", afirma a nota. Antonio Ruiz Filho, ex-diretor da OAB-SP e do Instituto dos Advogados de São Paulo, também se pronunciou. "Mesmo ao ter algumas de suas ideias confrontadas, era um homem de diálogo, gentil, mas assertivo; defendia seus pontos de vista sempre com conhecimento de causa e veemência peculiar, não raras vezes, arrancando gargalhadas de plateias entusiasmadas pelas suas frenéticas exposições", afirmou Ruiz, que conta ter conhecido Gomes em uma audiência. "Fará muita falta ao mundo jurídico e ao Parlamento, que deixarão de contar com esse expoente cultor do direito, nessa quadra nacional de tantas incertezas e instabilidade política", conclui a nota.

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    Lula e Doria esquecem diferenças e trocam afagos sobre crise do coronavírus

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Adversários históricos e ferrenhos, o ex-presidente Lula (PT) e o governador João Doria (PSDB) esqueceram as diferenças políticas e trocaram afagos em uma rede social em meio à crise do coronavírus. "Nossa obsessão agora tem que ser vencer o coronavírus. Chegamos ao ponto do Doria ter que mandar a PM invadir fábrica pra pegar máscara. A gente tem que reconhecer que quem tá fazendo o trabalho mais sério nessa crise são os governadores e os prefeitos", escreveu o petista em sua conta no Twitter. No último sábado, o governador recolheu 500 mil máscaras para profissionais de saúde da empresa 3M. Ele usou uma lei federal de fevereiro deste ano que tipifica uma série de medidas em emergências de saúde pública. A declaração de Lula foi uma crítica indireta ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que vem se opondo a governadores sobre as políticas a serem adotadas na crise. Doria respondeu ao ex-presidente: "Temos muitas diferenças. Mas agora não é hora de expor discordâncias. O vírus não escolhe ideologia nem partidos. O momento é de foco, serenidade e trabalho para ajudar a salvar o Brasil e os brasileiros". Também pela rede social, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho do presidente, aproveitou para atacar o ex-presidente e o governador de São Paulo, que tem criticado publicamente o seu pai. "Ainda precisa desenhar? Eis as duas bandas que formam a bunda", escreveu. Outro filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro escreveu que "o recado de Lula não é de união, é político: neste momento vale a pena PT estar junto do PSDB contra Bolsonaro". "Antigamente PT e PSDB se fingiam de opositores, o que era conhecido como estratégia das tesouras. Hoje eles não tem mais esse pudor." Apesar do aceno ao tucano, Lula ficou de fora de ação da esquerda desta semana. Nesta segunda (30), políticos da oposição —incluindo os ex-candidatos à presidência Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT)— assinaram carta que pede a renúncia de Bolsonaro. Lula não está entre os signatários. Trocar farpas era algo comum entre os dois. O tucano venceu as eleições de 2016, para a Prefeitura de São Paulo, na onda do antipetismo, e as de 2018, para governador, com o "Bolsodoria", fazendo referência ao hoje presidente Bolsonaro. Em 2018, quando disputou o segundo turno com Márcio França (PSB), Doria adotou a estratégia de associá-lo à extrema-esquerda. Em entrevista, referiu-se ironicamente a França como "Márcio Cuba", para depois se corrigir, e afirmou que o adversário idolatrava Lula. Em outro episódio, em maio de 2017, Lula chamou Doria de "almofadinha", que retrucou afirmando que o petista era covarde. "Um almofadinha, um coxinha, ganha as eleições de São Paulo se fazendo passar, junto ao povo mais humilde, de João Trabalhador. Se algum dia vocês encontrarem ele, perguntem se ele já teve, na vida, uma carteira profissional assinada, que você vai ver se ele foi ou não trabalhador", afirmou o petista, em um congresso do PT, fazendo referência ao apelido que Doria havia adotado para si mesmo no início do seu mandato como prefeito. Em vídeo, Doria respondeu: "Lula, você além de mentiroso, além de covarde, agora é um desinformado. Você falou da minha carteira de trabalho. Está aqui a minha carteira de trabalho. Eu, com 13 anos de idade, já trabalhava. Fazia o que poucas vezes você fez na sua vida. Eu trabalho, Lula. E trabalho honesto. Eu sou decente, diferente de você, Lula". Lula foi solto no início de novembro, beneficiado por um novo entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) segundo o qual a prisão de condenados somente deve ocorrer após o fim de todos os recursos. O petista, porém, segue enquadrado na Lei da Ficha Limpa, impedido de disputar eleições. Ele permaneceu preso de 7 abril de 2018 a 08 de novembro de 2019 em uma cela especial da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Lula foi condenado em primeira, segunda e terceira instâncias sob a acusação de aceitar reformas e a propriedade de um tríplex, em Guarujá, como propina paga pela empreiteira OAS em troca de contrato com a Petrobras, o que ele sempre negou. A pena do ex-presidente foi definida pelo Superior Tribunal de Justiça em 8 anos, 10 meses e 20 dias, mas o caso ainda tem recursos pendentes nessa instância e, depois, pode ser remetido para o STF. Nessa condenação, Lula já havia atingido em setembro a marca de um sexto de cumprimento da pena imposta pelo STJ. Por isso, mesmo antes da recente decisão do Supremo, ele já reunia condições para deixar o regime fechado de prisão. Ainda neste, o Supremo pode anular todo esse processo do tríplex, sob o argumento de que o juiz responsável pela condenação, o hoje ministro Sergio Moro, não tinha a imparcialidade necessária para julgar o petista. Não há data marcada para que esse pedido da defesa do ex-presidente seja analisado. Além do caso tríplex, Lula foi condenado em segunda instância a 17 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem no caso do sítio de Atibaia (SP). O ex-presidente ainda é réu em outros processos na Justiça Federal em São Paulo, Curitiba e Brasília.

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