'Ninguém vai interferir na Justiça Eleitoral', diz Fachin

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Ministro Edson Fachin afirmou que quem cuida das eleições são as
Ministro Edson Fachin afirmou que quem cuida das eleições são as "forças desarmadas" (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

Resumo da notícia

  • Edson Fachin afirmou que ninguém irá interferir no processo eleitoral brasileiro

  • Segundo presidente do TSE, eleições são responsabilidade das "forças desarmadas"

  • Fachin afirmou que Justiça Eleitoral aceita sugestões, mas não vai "se dobrar" a ninguém

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Edson Fachin, voltou a dizer que as eleições no Brasil serão limpas e ressaltou: “ninguém e nada interferirá na Justiça Eleitoral”. A declaração aconteceu durante uma visita de Fachin à sala onde estão sendo feitos os testes de segurança com as urnas eletrônicas.

“País e sociedade agradecem. Vamos ter dia 2 de outubro, o Brasil terá eleições limpas, seguras, com paz e segurança. Ninguém e nada interferirá na Justiça Eleitoral. Não admitirmos qualquer circunstância que impeça o brasileiro de se manifestar”, disse Fachin, segundo a TV Globo.

Fachin ainda afirmou que quem cuida das eleições são as “forças desarmadas”, em referência à declaração do presidente Jair Bolsonaro (PL), que sugeriu que as Forças Armadas fizessem uma contagem paralela dos votos. “Quem trata de eleição são forças desarmadas e, portanto, dizem respeito à população civil que de maneira livre e consciente escolhe seus representantes. Logo, diálogo sim, colaboração sim, mas a palavra final é da Justiça Eleitoral.”

“Quem vai ganhar as eleições é a democracia. Nós vamos diplomar os eleitos e isso certamente acontecerá. Há muito barulho, mas esse tribunal opera com racionalidade técnica”, afirmou o presidente do TSE.

Questionado sobre a postura de Bolsonaro de por em dúvida a lisura das eleições e desacreditar as urnas eletrônicas, Fachin afirmou que investir contra o pleito é atacar a democracia.

“Não mando e não recebo recado de ninguém. A afirmação é muito nítida. Quem investe contra o processo eleitoral investe contra a democracia. É um fato e fato fala por si só. Não se trata de recado, é uma constatação. Temos respeito a todo chefe de estado e jamais nos furtarem a diálogo. Não há afirmação do que desborde da legalidade constitucional.”

Segundo Edson Fachin, a Justiça Eleitoral pode ouvir sugestões, mas não vai “se sobrar a quem quer que seja”.

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