No 60º aniversário dos "Viajantes da Liberdade", ativistas pró-voto pedem mais de Biden

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Por Merdie Nzanga

ATLANTA (Reuters) - Ativistas viajando pelo sul dos Estados Unidos para lembrar o 60º aniversário dos "Viajantes da Liberdade" estão pedindo ao presidente, Joe Biden, que faça mais para proteger os direitos de voto dos negros norte-americanos, enquanto democratas e republicanos se enfrentam pelo acesso às urnas.

Dezenas de defensores de direitos civis a bordo de cinco ônibus adaptados foram recebidos na segunda-feira em Atlanta por centenas de ativistas locais e moradores da Geórgia, uma banda local e apresentações de dança em linha "Electric Slide" diante da Igreja Batista Ebenezer, onde Martin Luther King, o falecido ícone dos direitos civis, serviu como pastor nos anos 1960.

"Estou torcendo para vermos o mesmo tipo de tenacidade, comprometimento e paixão na proteção dos direitos civis dos eleitores negros que vimos com outras políticas", disse LaTosha Brown, cofundadora do grupo Black Voters Matter, que organizou a turnê, à Reuters na segunda-feira.

Os participantes estão viajando nesta semana de Jackson, no Mississippi, à capital norte-americana para pressionar por uma legislação de direito ao voto seis décadas depois de ativistas batizados de "Viajantes da Liberdade" protestarem contra terminais de ônibus segregados no sul.

Biden encarregou Kamala Harris, a primeira vice-presidente negra do país, de comandar um esforço contra uma série de restrições ao voto apoiadas por republicanos e sancionadas em nível estadual, inclusive mudanças abrangentes em Estados disputados como a Geórgia. Democratas dizem que as medidas republicanas afetam os eleitores negros desproporcionalmente.

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