No Brasil, parlamentares europeus sinalizam acompanhar eleições apesar de resistência do governo

Às vésperas da fala golpista de Jair Bolsonaro a embaixadores, europarlamentares sinalizaram que pretendem acompanhar in loco as eleições brasileiras, apesar da resistência do governo em admitir oficialmente uma comissão europeia. O interesse foi expresso em uma reunião em São Paulo com entidades e grupos voltados à defesa da democracia, direitos humanos e clima.

O Ministério das Relações Exteriores já justificou que não é tradição do Brasil ser avaliado por organização internacional da qual não faz parte, como é o caso da União Europeia. Ainda assim, políticos estrangeiros estudam alternativas para visitar o país durante o processo eleitoral, principalmente depois dos ataques sem provas de Bolsonaro às urnas eletrônicas.

No encontro, estiveram presentes a alemã Anna Cavazzini e os franceses Michele Rivasi e Claude Gruffat. Embora a preocupação com o pleito que se avizinha estivesse em evidência, o trio debateu ainda sobre democracia, clima e meio ambiente.

Do lado das entidades, havia representantes do Observatório do Clima, Coalizão Negra por Direitos, Pacto pela Democracia, Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos, Observatório para Monitoramento de Riscos Eleitorais e Mídia Ninja.

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