No embalo de Loki: 5 filmes sobre multiverso e realidades alternativas

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Foto: Divulgação/Disney+
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O Predestinado (2014)

Pouco conhecido pelo grande público, O Predestinado é daqueles sci-fi que se esconderam entre grandes lançamentos mas ganham força com o tempo. Protagonizado por Ethan Hawke, o filme mostra a história de um agente que viaja no tempo para impedir um grande atentado. Mais criativo do que bem executado, o filme se perde na proposta de viagem e, ao mesmo tempo, encanta por exporar tanto as possibilidades de viagem no tempo e o questionamento dos propósitos daqueles que estão envolvidos na missão.

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Efeito Borboleta (2004)

Um filme que marcou época para muita gente não pela qualidade, mas pelo impacto que causou. Se fosse lançado hoje, Efeito Borboleta ia ser fenômeno no YouTube com vídeos de explicações e teorias. Por sorte, ele parou no tempo e ficou ali como o retrato de uma boa ideia e algum carisma entre os personagens - ainda que carregue problemas de execução, atuação e, claro, roteiro. Afinal, o que é um filme de viagem no tempo sem questionamentos sobre a história em si?

Questão de Tempo (2013)

Nem só de ação se vive uma lista de viagem no tempo e multiverso. Questão de Tempo é daqueles que entra na ficção científica com louvor e carisma, já que usa a simples premissa de mergulhar em um vórtex temporal para justificar o amor e coragem de um casal. A atuação dos protagonistas ajuda a deixar tudo mais leve, sem perder o senso de humor e as perguntas sobre o que aconteceria se usassem mais uma vez o armário que os leva para uma máquina de viagem no tempo.

A Casa do Lago (2006)

O remake do sucesso coreano é daquelas releituras hollywoodianas que deu certo. A começar pelo casal protagonista, ambos atores que não são exemplos de capacidade dramática, mas capazes de arrastar multidões por exalar carisma em qualquer papel que aceitam. Dirigidos pelo argentino Alejandro Agresti, Keanu Reeves e Sandra Bullock conversam por cartas dentro de uma casa à beira de um belíssimo lago. É romance puro, mas com uma série de toques de ficção científica que deixa o mais cético dos fãs do gênero encantado com tamanha sensibilidade.

Meia Noite em Paris (2011)

O jovem clássico de Woody Allen reúne o que há de melhor no artista: história, cinema, astros e humor ácido, tudo isso envolto na aura de uma Paris belíssima dos dourados anos 1920. Owen Wilson, o Mobius de Loki, aqui viaja no tempo para se descobrir como um amante da arte enquanto entende até onde vai o seu amor pela futura noiva. Das pérolas de Allen, esta é daquelas que nasceu com um tom atemporal não só pela genialidade do roteiro, mas por usar a viagem no tempo como um artifício que prende o espectador a cada novo personagem histórico apresentado.

*Thiago Romariz é jornalista, professor, criador de conteúdo e atualmente head de conteúdo e PR do EBANX. Omelete, The Enemy, CCXP, RP1 Comunicação, Capitare, RedeTV, ESPN Brasil e Correio Braziliense são algumas das empresas no currículo. Em 2019, foi eleito pelo LinkedIn como um dos profissionais de destaque no Brasil no prêmio Top Voice.

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