No futebol, como a torcida agrega valor para os times?

A relação é de amor. São milhões espalhados pelo Brasil. Alguns pertencem a nações reconhecidamente mais populares. Outros, assumidamente, estão em número menor, porém igualmente apaixonados. Os torcedores são a razão de ser das equipes de futebol. Não apenas como motor de vitórias. Eles também movimentam o caixa dos clubes e, em muitos casos, têm participação decisiva na saúde financeira de seus times do coração. E como a relevância do torcedor é inquestionável, o GLOBO contratou junto ao Ipec, um dos mais prestigiados institutos de pesquisa do país, levantamento que detalha o tamanho das maiores torcidas do Brasil. Duas mil pessoas foram ouvidas, entre os dias primeiro e cinco de julho, em 128 municípios nas cinco regiões. Flamengo, Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Vasco lideram o ranking, seja nas capitais ou no interior. Mas a pesquisa, que você pode conferir em todos os detalhes no site do GLOBO, ainda calcula margens de erro que respeitam o contexto de cada um desses clubes, com recortes por regiões e estratos por renda e idade. No Ao Ponto desta quinta-feira, o editor de Esportes, Thales Machado, e o colunista Rodrigo Capelo analisam como essa paixão nacional agrega receita para os times. Eles também discutem em que medida os clubes aproveitam ou não o potencial gerado pelos torcedores.

Publicado de segunda a sexta-feira, às 6h, nas principais plataformas de podcast e no site do GLOBO, o Ao Ponto é apresentado pelos jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, sempre abordando acontecimentos relevantes da atualidade. O episódio também pode ser ouvido na página de Podcasts do GLOBO. Você pode seguir a gente em plataformas como Spotify, iTunes, Deezer e também na Globoplay.

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