No MP do Rio, CPI da Covid pede punição a Carlos Bolsonaro por fake news

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***ARQUIVO***BRASILIA, DF,  13.01.2021 - O vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair, conversa com apoiadores em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASILIA, DF, 13.01.2021 - O vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair, conversa com apoiadores em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - Em visita ao MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), a cúpula da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado cobrou punição ao vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro. O relatório final das investigações pediu o indiciamento dele por incitação ao crime.

Além de Carlos Bolsonaro, a CPI também pediu que o MP-RJ dê prosseguimento às investigações contra o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB).

Os senadores Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente, e Humberto Costa (PT-PE), se reuniram com o procurador-geral de Justiça do Rio, Luciano Mattos.

O chefe do MP do Rio disse aos senadores que irá remeter as denúncias contidas no relatório da CPI para uma promotoria criminal, que dará sequência às investigações e decidirá se há elementos para denunciar Carlos Bolsonaro e Roberto Jefferson.

"Infelizmente ainda está solto", diz Aziz sobre Carlos

O senador Omar Aziz voltou a fazer pesadas críticas a Carlos Bolsonaro —com quem já trocou farpas públicas antes.

Segundo ele, Carlos é o principal responsável pela difusão de notícias falsas sobre a pandemia no país, incentivando o uso de medicamentos ineficazes como a hidroxicloroquina e atacando as vacinas.

"Estamos atrás de Justiça. O que o vereador Carlos Bolsonaro fez é crime", criticou Aziz. "Induzir as pessoas a tomarem remédio, ser o grande capitaneador do Gabinete do Ódio. Infelizmente um cidadão desses está solto ainda".

Aziz também criticou o MP do Rio por não tomar providências contra o vereador, que tem foro na Justiça do Rio.

"O MP já tinha que estar agindo há muito tempo", completou.

Depois do MP do Rio, os senadores seguiram para a Procuradoria da República no Rio de Janeiro, onde se reunirão com membros do MPF (Ministério Público Federal). No encontro, a pauta serão os indícios de corrupção nos hospitais federais do Rio.

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