No Rio e em São Paulo, candidatos apelam a voto útil à esquerda e à direita

Paulo Cappelli, Rafael Galdo, Sérgio Roxo e Gustavo Schmitt
·1 minuto de leitura
Foto: Arquivo O GLOBO
Foto: Arquivo O GLOBO

Na reta final para o primeiro turno da eleição, candidatos a prefeito têm pregado o voto útil à direita e à esquerda com o intuito de irem ao segundo turno. A estratégia reúne apelos nas redes sociais, discursos com o objetivo de ampliar a rejeição a adversários e até um manifesto defendendo escolhas casadas em duas capitais.

Em São Paulo, há pressão interna do PT para que o candidato do partido, Jilmar Tatto, faça um gesto a favor de Guilherme Boulos, do PSOL, que aparece em segundo nas pesquisas, atrás do atual prefeito Bruno Covas (PSDB).

No Rio, Martha Rocha (PDT), que ganhou a adesão de Caetano Veloso, tenta concentrar os votos da esquerda para superar o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, e ir ao segundo turno contra Eduardo Paes (DEM).