Nome de Aras ganha força como plano B para o Supremo Tribunal Federal

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BRASILIA, BRAZIL - APRIL 17: Brazilian Attorney General Augusto Aras reacts during the sworn-in of newly appointed Health Minister Nelson Teich amidst coronavirus (COVID-19) pandemic at the Planalto Palace on April, 17, 2020 in Brasilia. President Bolsonaro has fired outgoing Minister of Health Luiz Henrique Mandetta on Thursday 16th over differences in coronavirus strategy. Brazil has over 30,000 confirmed positive cases of Coronavirus and 1956 deaths. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
Augusto Aras será sabatinado na CCJ do Senado nesta terça-feira para ser reconduzido ao cargo (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)
  • Nome de Augusto Aras ganha força como plano B, caso André Mendonça não seja aprovado ao STF

  • Com o aumento da tensão entre Bolsonaro e STF, há o temor que o Senado não aprove o nome de Mendonça

  • Subprocuradora Lindôra Araújo poderia substituir Aras na PGR

Nesta terça-feira (24), o procurador-geral da República Augusto Aras será sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado para ser reconduzido ao posto. No entanto, não está descartada a possibilidade de Aras ser indicado ao Supremo Tribunal Federal, no lugar de Marco Aurélio Mello, aposentado em julho.

Segundo informações da colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o primeiro indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para assumir o cargo, André Mendonça, está enfraquecido.

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Assim como Aras, a indicação de Mendonça precisa passar pelo Senado Federal. No entanto, a aprovação ficou mais difícil depois do conflito entre Bolsonaro e SFT de acirrar ainda mais. O presidente da República pediu o impeachment do ministro Alexandre de Moraes e ainda pretende enviar outro pedido, para que Luís Roberto Barroso perca o cargo.

Para que a substituição aconteça, o presidente Jair Bolsonaro precisa retirar a indicação de André Mendonça e mandar o nome de Augusto Aras. Segundo a Folha de S. Paulo, ainda há dificuldade nessa movimentação, porque Bolsonaro prometeu um ministro “terrivelmente evangélico”, como Mendonça. Augusto Aras, por sua vez, é católico.

Uma substituição possível, caso Aras deixe a PGR, é pela subprocuradora Lindôra Araújo. Ela é próxima à família Bolsonaro e, recentemente, deu parecer favorável ao presidente, acusado de atentar contra a saúde pública por não usar máscaras e se aglomerar.

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