Nordeste tem menor taxa de óbitos por Covid no país graças a ações restritivas, diz consórcio da região

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Elderly people wait in line to receive a dose of the Sinovac's CoronaVac coronavirus disease (COVID-19) vaccine, during a vaccination day for 65-year-old and older citizens in Duque de Caxias near Rio de Janeiro, Brazil March 29, 2021. REUTERS/Ricardo Moraes     TPX IMAGES OF THE DAY
Elderly people wait in line to receive a dose of the Sinovac's CoronaVac coronavirus disease (COVID-19) vaccine, during a vaccination day for 65-year-old and older citizens in Duque de Caxias near Rio de Janeiro, Brazil March 29, 2021. REUTERS/Ricardo Moraes TPX IMAGES OF THE DAY

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Coordenador do comitê científico do combate ao coronavírus do Consórcio Nordeste, que reúne nove governadores, o professor de medicina Sergio Rezende aponta que os estados da região tem a menor taxa de óbitos do Brasil e atribui a marca de 600 mil mortos ao negacionismo do presidente Jair Bolsonaro. 

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Segundo Rezende, a média de óbitos pela Covid-19 no Brasil é de 282 por 100 mil habitantes. Enquanto isso, os nove estados do Nordeste tem índice inferior ao geral. 

A menor taxa do país, de acordo com o consórcio, está no Maranhão, com 143 mortes a cada 100 mil habitantes, seguida pela Bahia (taxa de 181 por 100 mil habitantes), Alagoas (186 mil mortes por 100 mil habitantes) e Pernambuco (206 mortes por 100 mil habitantes). 

"Há duas razões para este cenário. Uma é que em todos estados do Nordeste, o presidente da república foi derrotado nas eleições de 2018. Portanto, no Nordeste ele tem menos seguidores para suas macabras recomendações", diz Rezende. 

O professor ressalta que a primeira recomendação feita pelo comitê científico do consórcio foi a necessidade de imposição de medidas restritivas e de distanciamento social. 

"A outra, sem dúvida, é que os governadores e prefeitos da região rejeitaram o comportamento negacionista do presidente e seu governo e decidiram ouvir a ciência para tomar as decisões no enfrentamento da maior crise sanitária já vivida pelo Brasil", continuou. 

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