Noronha, do STJ, completa 65 anos, não pode mais ir para o STF, e diz que agora ninguém pode atacá-lo

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*ARQUIVO* SAO PAULO, SP, BRASIL 02.03.2020 João Otávio de Noronha (presidente do STJ). Sessão Solene de Posse dos Novos Dirigentes do TRF3, na Sala São Paulo. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
*ARQUIVO* SAO PAULO, SP, BRASIL 02.03.2020 João Otávio de Noronha (presidente do STJ). Sessão Solene de Posse dos Novos Dirigentes do TRF3, na Sala São Paulo. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Criticado por ter assinado decisões favoráveis ao senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o ministro João Otávio de Noronha, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), diz esperar que seu aniversário nesta segunda-feira (30) coloque um ponto final nas críticas que vem recebendo desde o início do governo de Jair Bolsonaro.

"Completo 65 anos, ninguém vai poder mais me atacar, dizendo que estou decidindo com os olhos no Supremo", afirmou o ministro à coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

A Constituição determina 65 anos como a idade máxima para nomeações no Supremo Tribunal Federal (STF), no Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Tribunal Superior do Trabalho (TST), no Tribunal de Contas da União (TCU), nos tribunais regionais do trabalho (TRTs) e nos tribunais regionais federais (TRFs).

Mais recentemente, na quarta-feira (25), Noronha determinou a suspensão da investigação contra o senador Flávio Bolsonaro, o policial militar aposentado Fabrício Queiroz, acusado de operar o esquema da “rachadinha” no gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro, e outros 15 investigados.

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