Nos acréscimos, Fluminense vira sobre o Flamengo e encosta no G-6

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RIO DE JANEIRO, BRAZIL - JANUARY 06: Luccas Claro of Fluminense celebrates with teammates after scoring the the first goal of his team during a match between Flamengo and Fluminense as part of 2020 Brasileirao Series A at Maracana Stadium on January 6, 2021 in Rio de Janeiro, Brazil. (Photo by Wagner Meier/Getty Images)
RIO DE JANEIRO, BRAZIL - JANUARY 06: Luccas Claro of Fluminense celebrates with teammates after scoring the the first goal of his team during a match between Flamengo and Fluminense as part of 2020 Brasileirao Series A at Maracana Stadium on January 6, 2021 in Rio de Janeiro, Brazil. (Photo by Wagner Meier/Getty Images)

O Fla-Flu desta quarta foi daqueles pra justificar a máxima de que, em clássicos, não há favoritos. Apesar de toda a diferença técnica entre os dois elencos e o domínio rubro-negro na maior parte do jogo, o Fluminense arrancou uma virada por 2 a 1 nos minutos finais. Um resultado surpreendente pelo que foi o jogo.

Foi um primeiro tempo com apenas um lado jogando. Os números falam por si só. A equipe rubro-negra teve 72% de posse de bola. Foram quatro chutes na direção do gol (o que pode ser chamado de pouco diante do domínio) contra apenas um dos tricolores.

O Fluminense entrou em campo com uma clara postura de se fechar na sua própria área e esperare por um contra-ataque. Mas, com uma transição tão lenta, não havia como essa proposta dar certo. O gol rubro-negro foi questão de tempo. E ele saiu aos 40, com Arrascaeta.

O gol obrigou os tricolores a mudarem de estratégia, o que possibilitou um confronto de verdade na volta do intervalo. Com Fred municiando bem os jogadores que vinham de trás, o Fluminense passou a chegar com perigo, principalmente com Michel Araújo. Mas o gol de empate saiu numa jogada de bola parada. Aos 8, Luccas Claro cabeceou bem após cobrança de falta e deixou tudo igual.

Nos 20 minutos finais, os tricolores cansaram e voltaram a ser massacrados. Mas a pressão rubro-negra esbarrou no goleiro Marcos Felipe e na grande dificuldade do time de Rogério Ceni em finalizar com perigo.

A virada veio sem querer. Aos 48, Filipe Luís saiu errado. A bola ficou com Yago, que não perdoou.