Nos postos, preços da gasolina caem apenas 0,64% na primeira quinzena do mês

Ramona Ordoñez
O Rio de Janeiro tem a gasolina mais cara do país, com preço médio de R$ 5,087 na primeira quinzena de março

RIO - Mesmo com os cortes realizados pela Petrobras no preço da gasolina cobrado nas refinarias, os descontos estão demorando para chegar ao consumidor final, revela levantamento feito em 20 mil postos revendedores pela Vale Card, empresa que atua no setor de pagamentos eletrônicos. Em três estados, os preços chegaram a subir nos primeiros 15 dias do mês.

Em média, a gasolina foi vendida na primeira quinzena de março a R$ 4,653, contra R$ 4,683 em fevereiro, uma redução de apenas 0,64%.

No estado do Rio de Janeiro os preços médios na primeira quinzena de março tiveram uma pequena queda de 0,35%, sendo vendida por R$ 5,087 o litro, contra R$ 5,105 o litro no mês de fevereiro.

Apesar da pequena redução, o Rio continua tendo a gasolina mais cara do país, seguido pelo Acre, que tem preço médio de R$ 5,033 o litro. A gasolina mais barata, curiosamente, é vendida no Amapa, um estado que está bem distante das refinarias. O produto foi vendido nos primeiros 15 dias de março a R$ 4,080 o litro.

No entanto, os estados da Bahia, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal registraram ligeira alta nos preços em março. Segundo o levantamento, na Bahia o preço médio da gasolina na primeira quinzena de março foi de R$ 4,657 o litro, contra R$ 4,632 no mês anterior, um aumento de 0,54%.

No Distrito Federal os preços da gasolina passaram de R$ 4,53 o litro para R$ 4,558, um aumento de 0,61%. Mato Grosso do Sul foi o estado que registrou o maior aumento de preços, onde a gasolina foi vendida a R$ 4,626 o litro na primeira quinzena de março, contra R$ 4,558 no mês passado, uma alta de 1,27%.