Notícias da semana - As manchetes que repercutiram no Brasil e no mundo

Luciana Pioto
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SP anuncia a ButanVac, vacina 100% brasileira contra Covid-19

O Instituto Butantan e o governo de São Paulo anunciaram o desenvolvimento de uma vacina própria contra a covid-19, a ButanVac. Até o momento, a vacina foi testada apenas em animais, mas o Butantan já adiantou que pedirá à Anvisa a autorização para testes em humanos. A previsão é que eles comecem ainda em abril. Caso tudo corra bem, a população brasileira poderá ser vacinada com a ButanVac em julho de 2021.

Brasil chega a 300 mil mortes pelo novo coronavírus

Um ano e sete dias após o registro da primeira morte por Covid-19, o Brasil chegou nesta semana ao número de 300 mil mortes registradas pela doença. A marca foi atingida no momento em que o governo de Jair Bolsonaro empossou seu quarto ministro da saúde. Mesmo com esse lamentável patamar, o número diário de óbitos ainda não dá sinal de que irá diminuir.

Com um ano de pandemia, Bolsonaro cria comitê "Anti-Covid"

Pressionado pelo agravamento da pandemia, o governo federal criou um comitê nacional "Anti-Covid" para coordenar as ações de enfrentamento à doença. O grupo será formado por membros dos governos federal e estadual, e também por senadores. Um dia antes do anúncio, o presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV afirmando que 2021 seria o "ano da vacinação dos brasileiros".

STF diz que Moro foi imparcial contra Lula no 'caso Triplex'

Com reviravolta na votação, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal concluiu que o ex-juiz Sergio Moro atuou com parcialidade contra o ex-presidente Lula na condução do caso triplex do Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato. A decisão do STF anula todos os atos realizados por Moro nesse processo, que agora terá de ser refeito na Justiça Federal do Distrito Federal.

Cargueiro encalha no Canal de Suez e atrapalha navegação global

Um enorme cargueiro provocou o caos no comércio mundial após encalhar no Canal de Suez, no Egito. Considerado uma das principais artérias econômicas do mundo, a passagem marítima que conecta a Ásia, o Oriente Médio e a Europa está bloqueada desde terça-feira, impedindo a passagem dos demais navios. Economistas estimam que o gargalo de abastecimento pode provocar impacto nos preços do petróleo e outras commodities.