Notícias do dia - O que você precisa saber para começar a sexta (22)

Notícias: Jair Bolsonaro (PL) recebeu o irmão de Marcelo Arruda, assassinado por um bolsonarista em sua festa de aniversário, no Palácio do Planalto. REUTERS/Adriano Machado
Notícias: Jair Bolsonaro (PL) recebeu o irmão de Marcelo Arruda, assassinado por um bolsonarista em sua festa de aniversário, no Palácio do Planalto. REUTERS/Adriano Machado

Bolsonaro admite fake news sobre petista assassinado

O presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu o irmão de Marcelo Arruda, assassinado por um bolsonarista em sua festa de aniversário, no Palácio do Planalto. O encontro entre o presidente e José Arruda foi mediado pelo deputado Otoni de Paula (MDB-RJ). Depois, ele deu detalhes sobre o encontro e disse que Bolsonaro pediu desculpas por ter divulgado informações falsas sobre o crime. Leia a matéria aqui.

STF dá 5 dias para Bolsonaro se pronunciar sobre encontro com embaixadores

O ministro Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, determinou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 5 dias para se manifestar sobre as ações contra ele, que citam a reunião com embaixadores. Leia a matéria aqui.

PT oficializa candidatura de Lula à Presidência da República

Formada por PT, PC do B e PV, a federação partidária Brasil da Esperança formalizou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a presidente da República. Lula será o primeiro candidato a presidente de uma federação partidária. Leia a matéria aqui. Leia a matéria aqui.

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, está com covid-19

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de 79 anos, está com covid-19. Segundo a Casa Branca, Biden está com sintomas leves e está sendo medicado com Paxlovid, um antiviral contra a doença. Em isolamento, o presidente dos Estados Unidos pretende continuar com os compromissos normalmente. Leia a matéria aqui.

PSDB é o partido que lidera os gastos em anúncio político no Google

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), é o partido que lidera os gastos em anúncio político no Google Brasil, segundo relatório de transparência divulgado pela própria plataforma. O relatório leva em conta as publicidades contratadas para aparecer na página de buscas, no YouTube, que pertence ao Google, e em uma rede de sites parceiros da empresa. Leia a matéria aqui.

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