'Novo Lázaro' trabalhou em plantação de tomate em área onde é procurado há quatro dias

RIO - O caseiro Wanderson Mota Protácio, de 21 anos, suspeito de matar a própria mulher grávida, a enteada e um fazendeiro na zona rural de Corumbá (GO), trabalhou em uma plantação de tomate em Abadiânia, região para onde teria fugido e é buscado há quatro dias por uma força-tarefa. O criminoso passou a ser chamado de "novo Lázaro", em alusão ao serial killer morto por policiais após caçada de 20 dias também em Goiás.

Segundo o portal Metrópoles, o caseiro trabalhou na fazenda Santo Antão durante a temporada de colheita em 2019. Ele teria atuado no local por cerca de quatro semanas, segundo funcionários. Naquele mesmo ano, Protácio tentou matar um parente a facadas. Em depoimento, ele chegou a debochar do crime.

Na época, Protácio vivia em Goianópolis, a cerca de 55 km de Abadiânia. O caseiro fazia o trajeto de ida e volta para trabalhar na plantação todos os dias, de acordo com o Metrópoles.

Policiais militares estiveram no local nesta terça-feira e interrogaram funcionários. As informações obtidas, no entanto, não foram consideradas relevantes para descobrir o paradeiro de Protácio. Ele é apotando como foragido por cometer triplo homicídio.

Uma força-tarefa foi montada pela Polícia Civil de Goiás na segunda-feira para capturá-lo. O suspeito é apontado como o autor dos assassinatos da própria namorada, que estava grávida de 4 meses, da enteada de 2 anos e 9 meses, e de um fazendeiro, todos na zona rural de Corumbá, no domingo.

Após ter matado a mulher grávida e a enteada, ele teria ido até a casa do seu patrão e furtado um revólver com seis munições. Em seguida, o suspeito foi a uma propriedade vizinha e matou um fazendeiro para roubar a caminhonete dele.

A mulher do fazendeiro contou à polícia que Protácio era conhecido da família. Segundo o G1, o suspeito chegou à propriedade, entrou, conversou com a vítima, tomou refrigerante, sacou a arma e deu um tiro.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher tentou correr mas Protácio a derrubou, bateu em seu rosto e tentou estuprá-la. Sem conseguir consumar o estupro, o suspeito atirou contra a mulher. Ela se fingiu de morta e esperou Protácio fugir na caminhonete.

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