Novo recorde no bitcoin: taxa que mede poder computacional para cunhar criptomoedas bate máxima histórica

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RIO - A taxa de hash do bitcoin atingiu máxima histórica na noite deste domingo, 2 de janeiro. A chamada “hashrate” se refere à quantidade de poder computacional usado por mineradores dedicados à cunhagem de novas criptomoedas e verificação de novas transações na rede bitcoin.

Hashrates mais altos significam uma rede mais forte e segura.

De acordo com o site especializado Coindesk, a métrica se recuperou totalmente após uma queda em meados de 2021, quando as autoridades chinesas iniciaram uma repressão à indústria de criptomoedas.

Milhões de cálculos são resolvidos a cada segundo para “ganhar” novos blocos, em um processo conhecido como mineração.

A repressão chinesa aos mineiros locais fez as taxas de hash de bitcoin despencarem para 61 exahashes (um quintilhão de hashes) por segundo em junho de 2021, de mais de 190 exahashes por segundo em abril de 2021.

Segundo o Coindesk, os dados da época estimavam que mais de 46% da capacidade de computação necessária do bitcoin era fornecida por mineiros chineses e, desde então, a proibição levou a um êxodo de mineiros chineses para outras regiões, como Cazaquistão, Irã e Estados Unidos.

No entanto, a taxa de hash de bitcoin foi se recuperando e aumentou para 203,5 exahashes neste domingo, ultrapassando os níveis de abril de 2021.

Os hashrates de bitcoin estavam em 189 exahashes por segundo na manhã desta segunda-feira , ainda segundo o CoinDesk.

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