Novos advogados de mãe de Henry dizem que ela foi agredida por Jairinho

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Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, deixa à Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca(16ªDP), após prestar depoimento sobre a morte do menido de 4 anos.
Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, deixa à Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca(16ªDP), após prestar depoimento sobre a morte do menido de 4 anos.
  • A nova defesa de Monique, mãe de Henry Borel, pediu novo depoimento da cliente à polícia

  • Os advogados alegam que ela foi vítima de violência física do marido, o vereador Dr. Jairinho

  • O casal está preso desde 8 de abril como suspeitos de assassinarem o garoto de 4 anos, em março

Os novos advogados de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, querem que ela preste um novo depoimento à polícia alegando que ela sofria violência física do vereador Dr. Jairinho. O casal está preso desde 8 de abril na condição de investigados pelo assassinato do garoto de 4 anos, em março.

Segundo reportagem do portal G1, os novos advogados defendem que há precedente para Monique ser ouvida novamente, porque outras testemunhas também prestaram um segundo depoimento à polícia.

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Na última quarta-feira (14), a defesa realizou o primeiro pedido de novo depoimento. A polícia ainda não respondeu se convocará a mãe de Henry para depor novamente. Monique está presa no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói (RJ).

"O delegado Henrique (Damasceno) vai analisar se é necessário ou não uma nova oitiva da Monique para poder apresentar seu relatório final. Isso vai ser decidido provavelmente na semana que vem, mas nossa expectativa é de encerrar esse inquérito dentro de pouco tempo porque nós julgamos termos conseguido colher provas muito contundentes, mais que suficientes pra que isso seja levado a Justiça", afirmou ao portal G1 o delegado Antenor Lopes, diretor de Polícia da Capital do Rio.

Leia a nota dos advogados de Monique publicada pelo portal G1:

"Dentro do objetivo de atuar com a verdade, a defesa da Sra. Monique Medeiros, insiste na necessidade da sua nova audição pelo senhor delegado de polícia que preside o inquérito e faz um público apelo, para a referida autoridade policial, neste sentido. Se várias pessoas foram ouvidas novamente, não tem sentido deixar de ouvir Monique. Logo ela que tanto tem a esclarecer. Não crê a defesa que exista algum motivo oculto para 'calar Monique' ou não se buscar a verdade por completo.

A defesa observou, do estudo dos novos elementos do Inquérito, que há repetição de um comportamento padrão de violência contra mulheres e crianças. Neste lamentável caso, a diferença foi a morte da criança".