Nunes diz que não desobrigará população de SP de usar máscara contra Covid

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***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 01.01.2021 - Ricardo nunes na posse do prefeito eleito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) e dos 55 vereadores na Câmara Municipal de São Paulo.  (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 01.01.2021 - Ricardo nunes na posse do prefeito eleito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) e dos 55 vereadores na Câmara Municipal de São Paulo. (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, afirmou nesta sexta (11) que não desobrigará a população da capital a usar máscara como proteção contra a Covid-19.

"Está comprovado que o uso da máscara ajuda a diminuir a transmissão, assim como lavar as mãos, o álcool em gel, o distanciamento social. Em São Paulo nós vamos cobrar e continuar na mesma linha de que o uso da máscara é importante, independentemente da posição do Ministério da Saúde. Aqui em São Paulo vamos orientar as pessoas a usarem máscaras", disse Nunes em evento para a entrega de leitos ao Hospital Municipal Guarapiranga (zona sul).

Presente no evento, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, voltou a dizer que o governo federal realizará estudos para flexibilizar o uso de máscaras por vacinados contra a Covid-19 e recuperados da doença.

"Eu já comentei a respeito das máscaras. Todos já sabem as nossas posições. O nosso presidente da República solicitou que fizéssemos estudos. O presidente tem acompanhado o ritmo da velocidade da vacinação no Brasil, no mundo, em países que alcançaram a cobertura ampla, e já assistimos à flexibilização do uso de máscaras", disse.

Questionado sobre se é o caso do Brasil, Queiroga disse: "Será o caso do Brasil, e estamos estudando para ter posições sólidas e nos anteciparmos em relação a todas as medidas que devem ser colocadas no enfrentamento à pandemia".

Na quinta à noite, o presidente Jair Bolsonaro anunciou que Queiroga estava preparando um "parecer visando desobrigar" o uso de máscara por pessoas imunizadas contra a Covid ou que já haviam sido infectadas pelo coronavírus. Nesta sexta-feira (11), porém, disse que caberá a seu auxiliar, a prefeitos e a governadores dar a palavra final sobre o assunto.

Durante discurso nesta sexta em São Paulo, Queiroga afirmou também que Bolsonaro se empenha para ter 160 milhões de brasileiros acima de 18 anos vacinados até o final do ano.

"O governo federal já tem mais de 630 milhões de doses contratualizadas. Prometeu acelerar a campanha de vacinação. No mês de junho teremos ao menos 30, 40 milhões de doses de vacina, haja vista que as vacinas são frutos de negociação bilateral entre o Ministério da Saúde e as indústrias farmacêuticas."

O ministro prometeu 100 milhões de doses da vacina da Pfizer até setembro e a mesma quantidade até dezembro.

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