"O Grande Circo Místico" é escolhido para representar Brasil em disputa por vaga no Oscar

Cacá Diegues em Cannes 14/05/2018 REUTERS/Stephane Mahe

SÃO PAULO (Reuters) - "O Grande Circo Místico" vai representar o Brasil na disputa para concorrer a uma vaga na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Oscar 2019, informou o Ministério da Cultura nesta terça-feira.

O filme de Cacá Diegues conta a história de cinco gerações de uma mesma família proprietária de circo e mescla realidade com fantasia em um universo místico, de acordo com a Academia Brasileira de Cinema (ABC), onde o anúncio foi feito.

"Da inauguração do Grande Circo Místico em 1910 até os dias de hoje, o público vai acompanhar, com a ajuda de Celavi, mestre de cerimônias que nunca envelhece, as aventuras e amores da família Kieps, do seu auge a sua decadência, até o surpreendente final", disse a ABC em seu site.

O filme tem lançamento previsto para novembro.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood vai anunciar a lista com todos os indicados ao Oscar em 22 de janeiro, e a cerimônia de premiação será realizada em 24 de fevereiro, em Los Angeles.

(Por Tatiana Ramil)

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    Defesa de Lula vê mudança de cenário em julgamento no STF sobre suspeição de Moro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A defesa e os aliados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saíram do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (25) com a impressão de que houve uma mudança de cenário na corte. Mesmo com a decisão de manter o petista na prisão, a avaliação é que a maioria dos ministros da Segunda Turma deu sinais de que há dúvidas sobre a imparcialidade do ex-juiz Sergio Moro.  Nos bastidores, advogados e correligionários de Lula disseram que "avançaram algumas casas" na sessão desta terça. Para eles, os ministros indicaram que o caso mudou de patamar depois que o site The Intercept Brasil divulgou diálogos entre Moro e procuradores da força-tarefa da Lava Jato. A expectativa da defesa é que o julgamento da alegada suspeição seja retomado nos primeiros dias de agosto, assim que acabar o recesso do Judiciário.  Até lá, não há a perspectiva de que sejam apresentados novos pedidos à corte. A avaliação é que, neste mês de recesso, devam surgir novas conversas entre Moro e a linha de frente da Lava Jato que possam corroborar o que alegam os advogados do ex-presidente.  A percepção dos auxiliares de Lula em relação a uma possível guinada na corte se deu, especificamente, nos minutos finais da sessão. A presidente da turma, ministra Cármen Lúcia, falou de "mudança de quadro, dada a gravidade do que vem se apresentando no sentido de eventual parcialidade" --numa referência às mensagens reveladas pelo Intercept, e também analisadas pelo jornal Folha de S.Paulo, que sugerem proximidade entre juiz e acusação. A ministra também indicou estar disposta a rever seu voto anterior. "É bom que se lembre que, mesmo o ministro relator [Edson Fachin] e eu, que já votei no mérito o acompanhando inicialmente, estamos abertos --pelo menos eu estou aberta-- porque o julgamento não acabou, e o acervo que pode ser trazido ainda com comprovações posteriores não impede o uso de instrumentos constitucionais e processuais para a garantia dos direitos do paciente [Lula]", disse. Em dezembro, quando a Segunda Turma deu início ao julgamento do habeas corpus sobre a alegada falta de imparcialidade de Moro na condução do processo do tríplex de Guarujá (SP), Cármen Lúcia acompanhou o relator Edson Fachin e votou contra o petista.  Antes de a ministra indicar a possibilidade de mudar de posição, os auxiliares e aliados de Lula já haviam avaliado como positiva a manifestação do decano Celso de Mello. O ministro disse que não estavam presentes os requisitos para concessão de liminar para soltar Lula até o julgamento de mérito do habeas corpus, mas destacou que o voto que proferiu nesta terça, ao analisar a proposta de medida cautelar, não é necessariamente o mesmo que proferirá quando a turma julgar o mérito do habeas corpus. Petistas que acompanharam a sessão notaram que o decano fez questão de registrar três vezes que a rejeição da soltura imediata do petista não envolvia nem sequer antecipava sua avaliação sobre a suspeita de parcialidade do ex-juiz. Celso de Mello também usou seu voto para rememorar posição que adotou em 2013, quando foi vencido na corte ao votar pela suspeição de Moro. "Naquele momento fiquei vencido. Entendia, realmente, que tais fatos evidenciavam de maneira muito clara o estado de suspeição daquele juiz e a quebra da necessária imparcialidade", lembrou. O decano se referia ao julgamento de um habeas corpus do doleiro Rubens Catenacci no caso do Banestado. O ministro votou pela suspeição do então juiz Moro, que monitorou voos de advogados do acusado para garantir sua prisão. À época, os advogados, como os de Lula, também pretendiam anular o processo sob o argumento de parcialidade do magistrado na condução do caso. Celso de Mello ficou isolado naquela ocasião. Ao divergir dos colegas, o decano defendeu que a sucessão de atos praticados por Moro à frente da 2ª Vara Federal de Curitiba (PR) não foi compatível com o princípio constitucional do devido processo legal. ENTENDA O JULGAMENTO O que o Supremo decidiu? Por 3 votos a 2, a Segunda Turma do STF entendeu que Lula deve continuar preso até que os ministros retomem o julgamento de um pedido de habeas corpus feito pela defesa. Por que o julgamento do habeas corpus foi adiado?  O adiamento foi sugerido por Gilmar Mendes, que considera que a corte deve aguardar que as mensagens entre Sergio Moro e procuradores da Lava Jato sejam investigadas. Quando o caso será retomado? A previsão é que isso ocorra no segundo semestre. O que pede a defesa de Lula? Os advogados querem que o ex-juiz Sergio Moro seja declarado suspeito em sua atuação nos casos do petista que tramitam ou tramitaram no Paraná. Se a solicitação for aceita, o caso do tríplex de Guarujá (SP), que originou a prisão do ex-presidente, seria anulado e voltaria para os estágios iniciais. Como votou cada ministro Contra a soltura de Lula: Cármen Lúcia, Edson Fachin e Celso de Mello. A favor da soltura de Lula: Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

  • Pamela Anderson termina namoro com jogador francês e o acusa de traição e abuso
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    Pamela Anderson termina namoro com jogador francês e o acusa de traição e abuso

    SÃO PAULO (FOLHAPRESS) - Pamela Anderson, 51, anunciou o fim do relacionamento com o jogador francês de futebol Adil Rami, 33. Ela o acusa de traição e dá a entender que ele teve um comportamento abusivo. A revelação foi feita em um post do Instagram nesta terça-feira (25). Com uma foto do casal, ela escreveu na legenda: "É duro de aceitar. Os últimos (mais de) dois anos da minha vida foram uma grande mentira. Fui enganada e levada a acreditar que vivia um grande amor". A atriz afirma que descobriu há dois dias que Rami tinha uma vida dupla. "Ele fazia piadas sobre outros jogadores que tinham namoradas mantidas em apartamentos vizinhos ao de suas esposas. Ele chamava esses homens de monstros. Mas ele é pior. Ele mentiu sobre tudo", afirmou Anderson. Na publicação, Anderson marcou uma associação que recebe denúncias de violência doméstica, a National Domestic Violence Hotline's. Ela o acusa de torturas físicas e emocionais. A estrela de "Baywacht" ainda conta que falou com a ex-namorada do jogador e descobriu que o relacionamento deles não tinha acabado. Ele tem dois filhos com Sidonie Biémont.  "Ele também mentiu a ela sobre tudo. Ela também está em choque e muito triste", escreveu Anderson. Ela ainda conta que ele a ameaçou, dizendo que tem contatos em todos os tabloides franceses. Por isso, Anderson decidiu escrever diretamente nas redes sociais.  A atriz conta que o jogador frequentemente a questionava sobre seu paradeiro e, hoje, ela entende que isso não era amor, mas só prova o fato de que Rami é inseguro, controlador e desrespeitoso. Rami ainda tentou afastá-la de alguns de seus amigos, segundo a atriz, principalmente do fotógrafo David LaChappelle, que desconfiava do caráter do jogador.  Anderson vivia com Rami na França e está deixando o país.   Não é a primeira vez que Anderson acusa um marido de violência doméstica. Ela também sofreu abusos enquanto viveu com Tommy Lee, baterista da banda Mötley Crüe. Amigos próximos da atriz dizem que o bilionário Evgeny Lebedev tenta conquistar Anderson há anos.

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    Estudo afirma que vitamina C é combustível para células cancerígenas

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    Ainda deputado, Bolsonaro parabenizou execução de traficante pego com 13kg de cocaína

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  • Doria desvia recursos da educação em SP e mantém manobra vetada pela Justiça
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    Doria desvia recursos da educação em SP e mantém manobra vetada pela Justiça

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governo João Doria (PSDB) tem repetido uma prática de seus antecessores considerada irregular tanto pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) como pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A gestão dele, assim como fizeram Geraldo Alckmin (PSDB) e Márcio França (PSB), tem contabilizado como recursos destinados à educação a cobertura de gastos com aposentadoria de servidores. Doria é postulante à Presidência da República em 2022 e se apresenta como um gestor na administração pública. Neste ano já foram desviados R$ 2,8 bilhões do ensino para a Previdência (de aposentados da área), segundo dados do Ministério Público de Contas. A Constituição paulista determina que o governo aplique o mínimo de 30% da receita de impostos em despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino. O percentual supera o piso da Constituição Federal, que é de 25%.  Na prática, porém, o investimento do governo paulista em educação tem ficado abaixo do índice legal desde ao menos 2011, segundo o Ministério Público de Contas.  Os governadores paulistas se baseiam em leis estaduais para sustentar a manobra contábil. No entanto, a última lei aprovada nesse sentido, de 2018, teve a eficácia suspensa em abril por decisão provisória do Tribunal de Justiça.  A assessoria do governo informa que a prática segue normalmente, mesmo após a decisão judicial -contra a qual o estado recorreu. Em maio, por exemplo, o estado contabilizou R$ 572,2 milhões gastos com Previdência como despesas de ensino.  No ano passado, um total de R$ 7,9 bilhões referentes à cobertura de gastos com Previdência foi computado como despesa de educação. Com isso, o investimento em ensino alcançou 31% das receitas. Se descontada a manobra, o percentual fica em 25% -limite da Constituição Federal, mas fora do limite exigido pela Carta estadual.  Por causa desse desvio bilionário, pela primeira vez o Ministério Público de Contas deu parecer pela rejeição do balanço orçamentário apresentado pelo governo paulista relativo ao ano de 2018, quando os governadores foram Alckmin (janeiro a março) e França (abril a dezembro).  A análise das contas de 2018 ainda tem que passar pelo plenário do TCE (que emite parecer contrário ou favorável) e pela Assembleia Legislativa (que aprova ou rejeita as contas). A sessão no TCE está marcada para quarta-feira (26).  O TCE também veta contabilizar gastos com inativos como investimentos no ensino. Em 2016, o tribunal avisou ao governo paulista que passaria a puni-lo pela prática a partir de janeiro de 2018, oferecendo, portanto, um período para adequação das contas. O secretário da Fazenda, Henrique Meirelles (MDB), no entanto, estimou que o governo precise de prazo até 2020 para banir a manobra.  "Não dá para pedir, de novo, para prorrogar pela enésima vez um algo que já se sabe que é proibido, que é errado e que custa o futuro das crianças", afirma a procuradora Élida Graziane Pinto, do Ministério Público de Contas.  Dados do órgão mostram que, desde 2011, o montante desviado da educação para pagar inativos chega a R$ 43,9 bilhões, em valores corrigidos pela inflação.  "O saldo total é muito volumoso para que se negue a existência do problema. O problema é antigo e complexo, mas não é por isso que podemos adiá-lo mais uma vez, postergando indefinidamente", completou a procuradora em fala na Comissão de Finanças e Orçamento da Assembleia. PRÁTICA ANTIGA A prática é mais antiga que isso: em 2000, uma comissão parlamentar de inquérito da Assembleia concluiu que, de 1995 a 1999, o governo paulista não alcançou 30% de investimentos em educação. Desde 1995, o PSDB governa São Paulo, com curtos períodos de interrupção.  A manobra já foi considerada irregular pelo TJ-SP ao analisar o caso semelhante do município de São Paulo e pelo ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), em ação sobre Goiás.  Uma lei estadual de 2007, que autoriza a prática no estado de São Paulo, é alvo de ação no STF. Justamente porque essa lei está sob questionamento é que o governo conseguiu aprovar, em dezembro do ano passado, nova legislação para legitimar o desvio de recursos da educação. A norma, derrubada pelo TJ-SP em abril, retroage a janeiro de 2018 e permite que gastos com Previdência sejam computados não para atingir os 25% determinados pela Constituição Federal, mas somente no excedente de 5% para alcançar os 30% da Constituição estadual.  No primeiro bimestre de Doria, o gasto com aposentados alcançou 5,6% do piso destinado à educação. No segundo bimestre chegou a 6,15%. Ou seja, valores acima dos 5% autorizados pela lei estadual.  Como o piso de 30% é verificado apenas após o fim do ano, por enquanto não há irregularidade, pois pode haver compensação nos próximos bimestres. "Essa diferença [de mais de 5%] é muito sugestiva. Provavelmente o estado vai continuar fazendo isso", diz a vice-coordenadora do curso de administração pública da FGV, Cibele Franzese. "O gasto com inativos tem crescido em todas as unidades da federação", completa. Para não ter que aumentar o gasto com educação num momento de crise econômica, o Governo de São Paulo costura outras saídas. Uma opção é que o TCE conceda novo prazo para adequação das contas. Enquanto o governo paulista ganha tempo, há medidas em âmbito federal que resolveriam o impasse, como a reforma da Previdência ou o Plano Mansueto, que prevê que as alíquotas mínimas para educação não superem os 25% da Constituição Federal. "Duvido que o governo vai arrumar mais 5% para pagar inativos numa situação de orçamento apertado. Acho que vão brigar para que essa regra [de pagar aposentadoria com recursos de educação] volte a valer ou vão aprovar nova legislação", opina Franzese. Caso o governo Doria insista na manobra contábil e, ao final do ano, ficar comprovado que o piso da educação não foi alcançado, especialistas não descartam uma ação de improbidade.  O governo do estado afirma que pretende continuar com o entendimento de que as despesas com inativos da educação podem ser computadas para atingir os 30% de gastos com ensino determinados pela Constituição estadual, mas não para os 25% da Constituição federal. Por isso, o estado recorre na Justiça da decisão que proibiu essa prática.  OUTRO LADO Em uma rede social nesta terça-feira, Doria chamou a reportagem da Folha de S.Paulo de fake news. "Mais uma vez faz falta o bom jornalismo, ético e correto. O título desta matéria da Folha de S.Paulo deturpa fatos, provoca confusão, polui a discussão! A verdade: não há 'desvio' na educação. O Estado de São Paulo há anos destina parte dos recursos do orçamento para pagar professores aposentados. É isso que a Folha chama de 'desvio'." "Da forma como o título foi colocado, dá a entender que estamos desviando recursos de forma ilícita ou até mesmo deixando de investir na educação, o que não é verdade!" "Respeito o trabalho da imprensa, mas ela precisa exercer sua função com responsabilidade. Lamentável constatar que alguns jornalistas se preocupam em fazer títulos e matérias para caçar cliques e não para informar a população", completa a nota do tucano.

  • Xuxa diz que maioria de criticas que recebe na internet vem de mulheres e 'são brutas'
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    Xuxa diz que maioria de criticas que recebe na internet vem de mulheres e 'são brutas'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Aos 56 anos e sem nunca ter feito cirurgias plásticas, a apresentadora Xuxa Meneghel resolveu fazer um desabafo sobre as criticas pesadas que recebe nas redes sociais. A Rainha dos Baixinhos, que geralmente posta fotos sem efeitos e com pouca maquiagem, relata ser constantemente chamada de "velha" e de "feia". E a maioria dos ataques vem de mulheres. "São brutas. É uma falta de respeito muito grande", revela. Fã de cuidados estéticos mais cotidianos, como cuidar das sobrancelhas e pelos, fazer as unhas e cortar o cabelo, Xuxa acredita que cada pessoa deve fazer o que sentir necessidade para chegar mais perto da felicidade. "Essa é a bandeira que eu levanto", disse, no lançamento da rede da empresa de depilação Espaçolaser. Sócia da marca há 15 anos, Xuxa é também é entusiasta do procedimento a laser. "Raspar ou depilar com cera é uma tortura, o laser é libertador, de verdade", opina a apresentadora, que agora adotou o visual raspado também no cabelo. "Eu sempre tive pouco cabelo. Estou amando ser careca. Isso é outra coisa que também me libertou", conta ela, que ainda recebe o maior apoio de Junno Andrade, namorado com quem está desde 2012. "Ele me chama de 'minha carequinha linda'. Então, se ele me gosta como eu sou, se eu me cerco de pessoas que gostam de mim como eu sou, para mim está tudo certo". Questionada se incentivaria Sasha, sua filha, a fazer algum procedimento estético invasivo, Xuxa acredita que a jovem deva seguir a mesma linha dela. "Se ela comentasse que quer fazer algo, eu diria que ela não precisa. E eu sou muito sincera", disse Xuxa, que teceu elogios à filha. "Ela é uma evolução de mim. Ela tem tudo aquilo que eu gosto em mim e ainda o que eu gostaria de ter: uma pele dourada, cabelo, e ama bichos, crianças e idosos", se derreteu a mãezona. Sobre o fim do namoro de Sasha com Bruno Montaleone, Xuxa revela que apenas tem vontade de ver a menina feliz. "A minha filha está tão feliz que fofocas não me incomodam. Eu só quero vê-la feliz, com ou sem namorado", conclui.

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    Após cinco anos de ausência pela anexação da Crimeia, a Rússia retornou nesta terça-feira (25) à Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (APCE), uma organização de defesa dos direitos Humanos e da democracia.

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  • Anitta diz que 'Clube da Anittinha' retratará sua infância humilde
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    Anitta diz que 'Clube da Anittinha' retratará sua infância humilde

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em outubro do ano passado, Anitta, 26, se lançou no mercado audiovisual infantil ao estrear "Clube da Anittinha", desenho animado que retrata a vida da cantora de forma lúdica e musical no Gloob, canal de TV infantil da Globo. "Cada episódio eu escolho pensando no que eu gostaria de falar para o meu filho, se eu tivesse um filho. Como a importância do perdão e de conviver em família", disse a cantora em evento da Globosat nesta quarta-feira (26).  O seriado, até então, conta com dez episódios, mas Anitta garante que mais de 50 já foram encomendados. Na próxima temporada, serão abordados temas como a saudade e as diferentes formas de crianças brincarem, inclusive as mais humildes.  "Foi muito da minha infância: eu não tinha muitos brinquedos, então fingia que o esmalte da minha mãe era um boneco. Em cada episódio tento trazer algo da minha infância ou passar uma mensagem que eu gostaria de passar." A escolha dos temas é da própria Anitta, que faz questão que os episódios mantenham um certo nível de comicidade para que adultos e crianças possam se divertir assistindo. Com cachorros que conversam e um trailer mágico, sua protagonista trata de questões como alimentação saudável, preservação do meio ambiente, ciúmes de irmãos e até a morte, usando como exemplo o cão Afonso, que Anitta teve. "Eu acho muito mais fácil falar com criança do que com adulto. Acho que adulto procura cabelo em ovo em tudo, tem que ter cuidado com tudo o que você fala e estar atento 100%. Com criança você tem que ser prático, objetivo e passar as mensagens de maneira fácil e dinâmica. Eu amo crianças e tenho um lado meu bem criança." Por conta disso, ela diz que até hoje opina em tudo o que pode assustar ou agradar as crianças no "Clube da Anittinha". "Eu ainda tenho medo de escuro, então às vezes, à noite, eu coloco desenho para assistir, não sei se é por eu ter esse lado meu", brinca. Nas músicas da animação, Anitta também faz questão de sempre usar a sua voz e os mesmos produtores e compositores musicais que trabalham com ela para conseguir "manter a qualidade". A preocupação tem surtido efeito: recentemente, o desenho foi finalista da premiação internacional Festival comKids - Prix Jeunesse Iberoamericano 2019. "Assim como a gente fez uma construção de marca com a Anitta adulta, estamos fazendo essa construção de marca com a Anittinha desenho", diz. "Mas, para menos de um ano de desenho, a gente já está conseguindo bastante coisa [...] Acho que com uns cinco anos de marca, a gente já vai ter uma coisa super sólida". Já nas redes sociais, fora dos desenhos, ela diz confiar no discernimento dos pais. "Os pais controlam muito o quanto o filho vai usar as redes sociais, se vai usar o YouTube Kids, o que ele vai assistir nos stories do Instagram... Independente do conteúdo, todo pai sabe que as redes sociais são para maiores de 18 [anos], e aí fica a critério dele, de acordo com o que ele acredita e da educação que cada pai vai passar para seu filho".

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    Chanceler alemã quer 'discussão clara' com Bolsonaro sobre desmatamento

    A chanceler alemã, Angela Merkel, disse nesta quarta-feira (26) que deseja conversar com o presidente Jair Bolsonaro sobre o desmatamento no Brasil, mas excluiu comprometer a conclusão iminente do acordo comercial UE/Mercosul.

  • Huck e Angelica falam em renascimento da família após acidente de Benicio
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    Huck e Angelica falam em renascimento da família após acidente de Benicio

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os apresentadores Luciano Huck e Angelica fizeram um video na noite desta nesta terça-feira (25) para agradecer ao público pelo apoio recebido durante a internação do filhos deles, Benicio. O garoto de 11 anos foi internado no sábado (22) após sofrer um acidente durante um passeio de lancha com a família em Ilha Grande, no Rio de Janeiro. Segundo a Marinha, ele praticava wakeboard -esporte em que fica sobre uma prancha e é puxado pela lancha- quando desequilibrou-se e chocou a cabeça na prancha.  Com o choque, houve um hematoma subdural, que é um acúmulo de sangue entre o cérebro e o crânio, o que fez os médicos optarem por uma craniotomia (abertura cirúrgica do crânio). Na tarde desta terça-feira, Benicio recebeu a alta dos médicos e foi para casa.  "Temos que aprender com mais esse renascimento da nossa família. Se houver algo que a gente possa tirar disso, vamos compartilhar com todos vocês", disse Luciano Huck. A família já foi vítima de um acidente de avião. Em 2015, toda a família dos apresentadores Luciano Huck e Angelica tomaram um susto quando o avião em que eles estavam fez um pouso forçado em Mato Grosso do Sul. Eles viajavam com os três filhos e duas babás. Segundo o casal, toda a força enviada pelo público os ajudou a superar os momentos mais difíceis. "Fizemos esse vídeo porque a gente sentiu que tem que agradecer. O que a gente passou é uma questão familiar, mas como a notícia foi muito compartilhada, isso chegou a muita gente", avalia Huck. "Podem ter certeza que todas as orações e manifestações de carinho fizeram toda a diferença para nós", afirmou Angelica. Eles contam que receberam Bíblias, mensagens e orações no hospital, enquanto Benicio estava internado.  "Quero agradecer muito a todas as mães que mandaram mensagens a mim se solidarizando. Isso também foi muito bom ao coração", disse Angelica.

  • Príncipe William disse que não se importaria se tivesse filho gay
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    Príncipe William disse que não se importaria se tivesse filho gay

    O neto da rainha Elizabeth II da Inglaterra, afirmou nesta quarta-feira (26) que "não teria qualquer problema", se um de seus filhos fosse homossexual, mas disse que se preocuparia com a pressão que ele pudesse sofrer

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    Após divulgar agenda secreta nos EUA, Moro antecipa volta ao Brasil

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O ministro Sergio Moro (Justiça) divulgou sua agenda nos Estados Unidos após dois dias sem dar detalhes sobre seu paradeiro, mas voltou ao Brasil antes mesmo de cumprir os compromissos desta quarta-feira (26), entre os quais estava prevista uma visita a um dos escritórios do FBI, a polícia federal americana. O Ministério da Justiça havia divulgado na noite de terça-feira (25) o roteiro do ministro nos EUA depois de reportagem do jornal Folha de S.Paulo mostrar que, mesmo sob solicitação formal, Moro não dava acesso à agenda oficial que cumpria no país desde o fim de semana. Como ministro de Estado, ele deve informar via assessoria ou no site do ministério qual é --com horário e local definidos-- seu roteiro oficial ao longo de cada dia. Das outras vezes em que esteve nos EUA neste ano, já como integrante do governo de Jair Bolsonaro, sua agenda foi divulgada previamente aos jornalistas.  Para esta quarta-feira, estavam previstas reuniões no estado de Virgínia até o fim da tarde, mas a assessoria de Moro informou que o ministro voltou sozinho para o Brasil já no fim da manhã. Segundo o Ministério da Justiça, a agenda seria então cumprida apenas pelo restante da comitiva, que permaneceria nos EUA. Desde que chegou aos EUA, no sábado (22), Moro não teve aparições públicas registradas pela imprensa, já que mantinha os detalhes da agenda em segredo. Após publicação dos compromissos de quarta-feira, jornalistas se organizaram, como é de praxe, para acompanhar os eventos. No site do ministério, porém, a programação desta quarta contava com reuniões de Moro com parlamentares e integrantes da equipe econômica já em seu gabinete, em Brasília. A agenda divulgada na terça, por sua vez, deixava claro que todos os compromissos, inclusive os desta quarta, seriam cumpridos pelo ministro, já que o texto estava sob o título "agenda de Sergio Moro nos Estados Unidos". A assessoria da pasta pediu desculpas pelo episódio, o qual classificou como "confusão". O roteiro oficial de Moro nos EUA é alvo de controvérsia desde a semana passada. A reportagem solicitava sua agenda via assessoria havia sete dias, porém, sem sucesso. Inicialmente, o ministério alegava que a divulgação seria feita apenas quando os detalhes da visita fossem fechados; em seguida, a reportagem foi informada de que a pasta não tinha conhecimento da logística do ministro nos EUA e, por fim, um email foi encaminhado à reportagem para justificar que o roteiro não seria divulgado por questões de segurança. Em março, quando viajou a Washington para acompanhar Bolsonaro, a agenda de Moro foi divulgada com antecedência, incluindo uma reunião com a então secretária de Segurança Nacional, Kirstjen Nielsen, e com o diretor do FBI, Christopher A. Wray. Desta vez, o ministro adiou participação em audiência na Câmara --prevista inicialmente para esta quarta-feira-- em decorrência da viagem oficial aos EUA. Durante a sessão, ele daria esclarecimentos sobre os diálogos com os procuradores da força-tarefa da Lava Jato revelados pelo site The Intercept Brasil, que aumentaram a pressão e as suspeitas sobre sua atuação como juiz em Curitiba. Também na semana passada, um texto sobre a missão de Moro nos EUA havia sido publicado no site do ministério, mas ele foi editado. A versão inicial indicava as cidades dos órgãos localizados no estado de Virgínia que Moro visitaria, por exemplo, mas as referências foram suprimidas e já não apareciam no que estava publicado no portal nesta segunda (24). De acordo com a embaixada do Brasil em Washington, somente os auxiliares de Moro em Brasília poderiam informar a agenda do ministro. Junto com Moro estavam o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, o diretor-executivo da Polícia Rodoviária Federal, José Lopes Hott Junior, e o diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado, Igor Romário de Paula --que, segundo o Ministério da Justiça, permaneceram nos EUA nesta quarta. Procurada, a assessoria da PF diz que a agenda de Valeixo só é divulgada sob orientação do gabinete. Ela afirma que não houve nenhum encaminhamento nesse sentido em relação à viagem aos EUA.

  • Bebel Gilberto explica por que moveu ação contra seu meio-irmão
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    Bebel Gilberto explica por que moveu ação contra seu meio-irmão

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cantora Bebel Gilberto fez uma publicação nas redes sociais para explicar o motivo pelo qual pediu proteção judicial contra seu meio-irmão João Marcelo, produtor musical que mora em Nova York. Eles são filhos do ídolo da bossa nova, João Gilberto, que está sob interdição parcial desde o ano passado. Marcelo é filho da cantora Astrud Gilberto, de quem João se separou para se unir à cantora Miúcha, mãe de Bebel, que morreu em dezembro de 2018. "Eu tentei, até onde foi humanamente possível, evitar um confronto judicial com João Marcelo, pelo fato de ele ser meu irmão e filho de meu pai", escreveu a cantora. Ainda segundo a publicação no Instagram, a Justiça "determinou que João Marcelo retirasse, imediatamente, todas as manifestações insidiosas contra mim e minha mãe". O caso corria na 24ª Vara Cível do Rio de Janeiro.  No Facebook, o produtor musical rebateu as acusações. "Quando Ancelmo Gois [colunista do jornal O Globo] declara vitória para o outro lado em seu caso legal que ainda não está concluído, fica óbvio que a imprensa está sendo usada para manipular a justiça e que manobras internas estão sendo realizadas", escreveu. A cantora Bebel  move, desde 2017, um processo de interdição do pai, motivada pela idade avançada e pela precária situação financeira em que vive -ele chegou a ser despejado do apartamento em que vivia no Leblon, zona sul do Rio de Janeiro, por dever anos de aluguel.

  • 'É pecado venial, não mortal', diz FHC sobre mensagens vazadas de Moro
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    'É pecado venial, não mortal', diz FHC sobre mensagens vazadas de Moro

    LISBOA, PORTUGAL (FOLHAPRESS) - Citado em troca de mensagens entre o ministro Sergio Moro, então juiz da Lava Jato, e o coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse não achar grave ter havido conversas paralelas entre um magistrado e procuradores. "É pecado venial, não é mortal", disse o tucano nesta terça-feira (25) em Lisboa, onde participou de um evento. "Eu acho que o Sergio Moro, enquanto juiz, era natural que conversasse com um ou com outro. Não podemos supor que as pessoas viviam num laboratório abstrato. As pessoas têm relações e podem até, nas conversas pessoais, exagerar, e isso não ser apropriado diante daquilo que se olha na sociedade", afirmou. O ex-presidente se esquivou ao ser questionado se Moro deveria se afastar do Ministério da Justiça e Segurança Pública até o fim das investigações. "Eu não sou nem advogado. Como é que eu vou opinar nesta matéria? Fica difícil", respondeu. O nome do ex-presidente aparece em mensagens trocadas entre Moro e Dallagnol e publicadas pelo site The Intercept Brasil. Em conversa no aplicativo Telegram, o então magistrado mostrou contrariedade com investigações sobre FHC no âmbito da operação. O juiz receava afetar "alguém cujo apoio é importante". O ex-juiz e hoje ministro escreveu, na época em que ainda atuava na operação, que uma apuração envolvendo o tucano poderia "melindrá-lo" e seria, portanto, "questionável". Questionado pela Folha de S.Paulo sobre o diálogo, Fernando Henrique Cardoso minimizou o episódio. "A meu respeito não tem nada. O que ele disse é uma coisa de consideração apenas, sem envolver nada. Até porque não há nenhuma acusação contra mim, nunca houve", disse. No sábado (22), FHC elogiou em uma rede social a performance de Moro no depoimento que ele deu no Senado sobre o assunto. Para o tucano, o auxiliar de Jair Bolsonaro (PSL) "se saiu bem" na sabatina. O tucano também criticou parte dos parlamentares. "Havia mais vontade de destruir e abalar a Lava Jato que de compreender. De todo modo, com ele [o debate] ganha a democracia. É sempre bom ver autoridades tendo que explicar suas ações", escreveu na postagem. Em Portugal, o ex-presidente brasileiro participou do lançamento de um relatório mundial sobre políticas para as drogas.

  • Ministro do STF derruba autorização de viagem de senador condenado ao Caribe
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    Ministro do STF derruba autorização de viagem de senador condenado ao Caribe

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), revogou, nesta quarta-feira (26), a autorização de viagem ao Caribe do senador Acir Gurgacz, que está cumprindo pena em prisão domiciliar. O parlamentar -condenado pelo STF a quatro anos e meio de prisão por desvio de finalidade na aplicação de um financiamento obtido em instituição financeira oficial- havia sido autorizado a passar férias em Aruba pela Vara de Execuções das Penas em Regime Aberto do Distrito Federal. Em sua decisão, Moraes também tirou o acompanhamento da pena de Gurgacz dessa vara de execuções. Além de proibir a permissão de viagem do senador, o ministro do Supremo determinou que o parlamentar entregue o seu passaporte dentro do prazo de 24 horas. Ao dar o aval para a viagem, o juiz Fernando Luiz de Lacerda Messere havia permitido que Gurgacz --que dá expediente no Congresso-- realizasse a viagem entre 17 de julho e 3 de agosto. Acir Gurgacz se candidatou ao governo de Rondônia nas eleições de 2018, mas foi barrado pela Lei da Ficha Limpa por causa da condenação do Supremo. O parlamentar começou a cumprir pena no regime semiaberto, mas depois progrediu para a prisão domiciliar. Antes da decisão de Moraes, a assessoria de imprensa de Gurgacz disse que a viagem à Aruba ocorreria no período de recesso parlamentar. O senador também alegou que a viagem seria para comemorar seus 35 anos de casamento. Não é a primeira vez que o senador recebeu permissão para viajar, mas os destinos anteriores foram para cidades no Brasil. Ele já foi autorizado a se deslocar para Cascavel (PR), onde mora sua mãe; Ji-Paraná (RO), para um encontro partidário do PDT; e para Aparecida (SP), também para celebrar seu aniversário de casamento. Gurgacz foi acusado pela Procuradoria-Geral da República de obter em 2003 e 2004, mediante fraude, um financiamento junto ao Banco da Amazônia com a finalidade de renovar a frota de ônibus de uma empresa gerida por ele em Ji-Paraná (RO). Segundo a acusação, em vez de ônibus novos, ele comprou modelos com 11 anos de uso, o que caracterizou o desvio de finalidade do empréstimo, e ficou com o restante do dinheiro. Ele também foi denunciado sob acusação de estelionato, mas foi absolvido. A autorização da viagem gerou reação da PGR (Procuradoria-Geral da República), que pediu nesta quarta feira ao STF a revogação do benefício. A PGR argumentou que o senador cumpre pena privativa de liberdade, "o que é francamente incompatível com a realização de viagem de lazer." "Não bastasse, o local de hospedagem --um resort com cassino-- é de todo incompatível com as condições para o cumprimento do regime aberto em prisão domiciliar impostas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal a todos os sentenciados. Entre elas, está 'não usar ou portar entorpecentes e bebidas alcoólicas. Não frequentar locais de prostituição, jogos, bares e similares'", disse a procuradora geral, Raquel Dodge, em sua manifestação.

  • Casal é preso por manter idosa de 63 anos em cárcere privado por 20 anos
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    Casal é preso por manter idosa de 63 anos em cárcere privado por 20 anos

    Polícia Civil de Vinhedo só descobriu o cárcere porque foi até a residência do casal verificar uma denúncia de estelionato