'O monge e o pastor': livro reúne troca de e-mails de religiosos sobre solidão e amizade durante pandemia

Constança Tatsch
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Divulgação e Acervo pessoal
Divulgação e Acervo pessoal

SÃO PAULO — O beneditino Marcelo Barros, de 75 anos, e o evangélico Henrique Vieira, 33, têm mais em comum do que parece. Tanto assim que, durante a pandemia, trocaram e-mails em que abordaram assuntos como amizade, solidão, medo e desigualdade social. O diálogo virtual foi reunido no livro "O monge e o pastor" (Objetiva).

O GLOBO conversou com os religiosos sobre pluralidade, a difícil adaptação do trabalho religioso ao ambiente virtual e a esperança de que a sociedade sairá da pandemia renovada. Ambos se preocupam com a politização da religião — que, segundo eles, é incentivada pelo governo Jair Bolsonaro — e sua capacidade de propagar conceitos como ódio, violência e preconceito.