O PT está em trégua há muito tempo, diz Gleisi sobre proposta de Ciro

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·1 minuto de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 24.11.2019 - A senadora Gleisi Hoffmann discursa após ser reeleita presidente nacional do PT (Partido dos Trabalhadores) na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, na região central de São Paulo. (Foto: Jardiel Carvalho/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 24.11.2019 - A senadora Gleisi Hoffmann discursa após ser reeleita presidente nacional do PT (Partido dos Trabalhadores) na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, na região central de São Paulo. (Foto: Jardiel Carvalho/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), afirma que o partido já está "em trégua há muito tempo", e que fica feliz com o fato de Ciro Gomes, que tem feito reiterados ataques a legenda, caminhe na mesma direção, propondo um cessar-fogo nos ataques.

"Que bom que ele está com esse objetivo também", segue ela.

O presidenciável do PDT foi vaiado na avenida Paulista, no sábado (2), ao discursar no ato contra Jair Bolsonaro convocado por partidos e movimentos sociais de esquerda.

Ciro, no entanto, minimizou o episódio e afirmou estar propondo uma "trégua" para que todos possam se unir em torno do objetivo comum de defender o impeachment de Bolsonaro.

"As minhas diferenças com o PT são cada vez mais profundas e insuperáveis, mas o que eu estou propondo, para toda a militância nossa, é não dar valor a esses incidentes, que são desagradáveis, mas são irrelevantes à luz da gravíssima hora que o Brasil está pedindo de todos nós: serenidade, equilíbrio e foco", afirmou ele à imprensa depois das vaias.

"Estamos propondo uma amplíssima trégua de Natal, como nas guerras. Quando o assunto for Bolsonaro e impeachment, a gente deve esquecer tudo e convergir para esse rasíssimo consenso, que já não é fácil", completou.​

De acordo com Gleisi Hoffmann, o PT não tem "problemas de debater nas diferenças".

"Estamos fazendo uma política mais ampla, dialogando, buscando uma articulação com os diversos partidos", afirma ela.

A manifestação de domingo (2), que reuniu militantes e lideranças de praticamente todos os partidos de esquerda, seria já o resultado do maior diálogo das forças políticas que fazem oposição a Bolsonaro.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos