O que já sabemos sobre remédio para o novo coronavírus?

Pesquisadora manipula amostra de coronavírus. Mundo corre em busca de um medicamento

Cloroquina, Hidroxicloroquina, Remdesivir... Todos nomes de medicamentos nada usuais e que, até agora, ficavam restritos aos laboratórios de pesquisa farmacológica ou aos grupos de usuários, pacientes de vírus letais e doenças crônicas e graves, como as autoimunes. Agora, por causa da pandemia de coronavírus, esses remédios ganharam espaço de destaque no noticiário. Houve uma corrida temerária às farmácias, que, por um lado, retirou a hidroxicloroquina de quem precisa e, por outro, não garante a prevenção da Covid-19. Há dados promissores que envolvem essas substâncias, mas ainda falta avanço na pesquisa. No Ao Ponto desta terça-feira, o médico Mauro Teixeira, presidente da Sociedade Brasileira de Inflamação e professor do Departamento de Bioquímica e Imunologia da Universidade Federal de Minas Gerais, explica o que a gente pode esperar dessas drogas no curto prazo e quais são as pesquisas mais avançadas até o momento.

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Publicado de segunda a sexta-feira, às 6h, nas principais plataformas de podcast e no site do GLOBO, o Ao Ponto é apresentado pelos jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, sempre abordando acontecimentos relevantes do dia.