O que você precisa saber para começar a sexta-feira

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Foto: Andressa Anholete/Getty Images

Brasil tem oito casos confirmados de Coronavírus, Paulo Guedes tenta explicar alta do dólar e Bolsonaro segue cruzada contra imprensa.

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Confira o que você precisa saber para começar a sexta-feira (06):

Coronavírus

Subiu para oito o número de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus no Brasil. As informações são do Ministério da Saúde que monitora os dados sobre a doença no país. Entre os novos casos, não há relatos de transmissão local. Todos os pacientes têm histórico de viagem ao exterior. Agora, são seis casos em São Paulo, um no Espírito Santos e um no Rio de Janeiro. O último balanço contabiliza 635 casos suspeitos do novo coronavírus e 378 casos descartados.

Dólar nas alturas

O ministro da Economia, Paulo Guedes, atribuiu a alta do dólar para os patamares recentes aos efeitos do coronavírus, à desaceleração econômica e à cobertura da imprensa sobre "choques" entre Executivo e Legislativo e rechaçou questionamentos sobre eventual erro do governo ao prever o PIB do ano passado, dizendo que o IBGE comete erros e que a economia pode ter crescido 1,4% em 2019.

Bolsonaro x imprensa

Depois de ironizar o desempenho do PIB (Produto Interno Bruto) do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar o trabalho da imprensa e se queixou do fato de os veículos de comunicação terem reportado, na véspera, que ele fez piada com o resultado do indicador. "Parabéns à imprensa. Fiz piada com o PIB, parabéns aí, valeu. Continuem agindo assim", disse o presidente a seus apoiadores.

Bolsonaro x Maduro

O governo de Jair Bolsonaro comunicou o regime do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, que todos os diplomatas chavistas no Brasil deverão deixar o país. Trata-se de um dos principais gestos diplomáticos contra Maduro desde que Bolsonaro reconheceu, no início do ano passado, o líder opositor Juan Guaidó como presidente encarregado do país.

Assinatura póstuma?

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) identificou a assinatura de, ao menos, sete eleitores mortes na lista de apoio para criação do partido Aliança pelo Brasil, encabeçado pelo presidente Jair Bolsonaro. Para poder disputar as eleições, o Aliança precisa coletar e comprovar em cartório a veracidade das assinaturas de 491,9 mil eleitores. Até agora, o partido de Bolsonaro já apresentou mais de 80 mil fichas assinadas ao TSE, mas menos de 2% foram aprovadas - exatamente 6.605 fichas. Outras 13,7 mil foram rejeitadas pelos técnicos da Corte, incluindo a dos sete apontados como mortos. O restante está em análise.

Ronaldinho Gaúcho

O empresário Nelson Luiz Belotti dos Santos, que teria convidado o jogador Ronaldinho Gaúcho para participar de eventos no Paraguai, teve seu sigilo bancário quebrado pelo Ministério Público Federal em 2015. O nome dele apareceu como depositante de R$ 462 mil em contas da CSA Project Finance, empresa de Alberto Youssef, doleiro responsável pelo repasse de propinas de fornecedores da Petrobras a políticos do PP, como José Janene, deputado federal já falecido e que foi líder do partido.