O Reino Unido à espera de uma nova direção

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Com a renúncia do primeiro-ministro Boris Johnson, o Reino Unido vive a expectativa de quem irá sucedê-lo. A disputa se dá entre dois políticos de destaque no gabinete, ainda comandado interinamente por Johnson. O ex-secretário do Tesouro Rishi Sunak, que liderou o movimento de debandada do governo, o mais votado entre os conservadores na Câmara dos Comuns, e a ministra das Relações Exteriores, Liz Truss, que tem atuação destacada na defesa do Brexit. Johnson, que protagonizou momentos constrangedores nas festas proibidas regados a álcool na residência do governo britânico em pleno lockdown, no caso conhecido como "partygate", também foi afetado pela conduta que adotou diante de escândalos sexuais envolvendo homens de sua confiança. Além da alta de inflação e da economia em lenta recuperação no pós-pandemia, quem vier a sucedê-lo também estará diante da Guerra na Ucrânia, em que o líder conservador atua de forma relevante na defesa das duras sanções impostas ao Kremlin e no fornecimento de armas aos ucranianos. No Ao Ponto desta segunda-feira, a repórter Ana Rosa Alves detalha o perfil dos candidatos a chefiar o governo britânico e projeta as perspectivas para o Reino Unido após o "hasta la vista, baby" de Boris Johnson.

Publicado de segunda a sexta-feira, às 6h, nas principais plataformas de podcast e no site do GLOBO, o Ao Ponto é apresentado pelos jornalistas Carolina Morand e Roberto Maltchik, sempre abordando acontecimentos relevantes da atualidade. O episódio também pode ser ouvido na página de Podcasts do GLOBO. Você pode seguir a gente em plataformas como Spotify, iTunes, Deezer e também na Globoplay.

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