'O telefone preto', 'Pluft, o fantasminha', 'Ela e eu' e mais: as estreias da semana

A programação nos cinemas está cheia de novidades nesta semana, incluindo o blockbuster de terror "O telefone preto", de Scott Derrickson, com Ethan Hawke no papel de assassino. Entre os nacionais, tem o drama "Ela e eu", com um elenco estrelar, que inclui Andréa Beltrão, Du Moscovis e Mariana Lima, e do primeiro filme infantil em 3D feito no Brasil, "Pluft, o fantasminha", uma adaptação da peça escrita por Maria Clara Machado, com direção de Rosane Svartman. A lista também conta com "Memória", estrelado pela ganhadora do Oscar Tilda Swinton. Confira.

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'O telefone preto'

Depois de arrecadar mais de US$ 115 milhões mundo afora e ter sido visto por 130 mil pessoas no Brasil apenas nas sessões de pré-estreia, o blockbuster de terror estreia oficialmente aqui no país. Baseado no conto homônimo de Joe Hill, o longa de terror tem direção de Scott Derrickson (“Doutor Estranho” e “O exorcismo de Emily Rose”), que também assina o roteiro junto com C. Robert Cargill (com quem trabalhou em “A entidade”). Na trama, um menino é raptado por um assassino (Ethan Hawke) e preso em um porão onde há apenas um telefone desconectado da tomada. Apesar disso, é através desse aparelho aparentemente inútil que o garoto consegue ouvir as vozes de vítimas anteriores do serial killer, que tentam ajudá-lo a escapar.

'Pluft, o fantasminha'

Autora de grandes sucessos da teledramaturgia, Rosane Svartman dirige e divide o roteiro com José Lavigne e Cacá Mourthé do primeiro filme infantil em 3D feito no Brasil. O longa é uma adaptação da peça escrita por Maria Clara Machado e encenada pela primeira vez em 1955. O enredo segue a história da inesperada amizade entre um fantasminha (Nicolas Cruz) que morre de medo de humanos e uma menina Maribel (Lolla Belli) que foi sequestrada por um pirata (Juliano Cazarré) que quer usá-la para achar o tesouro deixado pelo seu avô.

'Ela e eu'

O filme de Gustavo Rosa de Moura se debruça sobre as relações afetivas e a necessidade de adaptação através da história de Bia (Andréa Beltrão), que desperta de um coma de 20 anos, no qual entrou durante o nascimento da filha. O acontecimento vira de ponta-cabeça a vida de seu ex-marido (Du Moscovis), da nova esposa dele (Mariana Lima) e da filha (Lara Tremouroux). O roteiro é assinado pelo diretor, por Leonardo Levis e por Andréa, que contribuiu com um viés dramático ao texto, originalmente uma comédia. Karine Teles e Jessica Ellen completam o elenco.

'Casa de antiguidades'

Dirigido por João Paulo Miranda Maria, o longa estava previsto para ser exibido em Cannes 2020, mas o festival foi suspenso pela pandemia. Estrelado por Antônio Pitanga, o filme evoca o racismo e a perda de identidade através da história de Cristovam, um negro indígena do interior que vai trabalhar em uma ex-colônia austríaca no Brasil, onde sofre com a solidão e o preconceito. Ao descobrir uma casa abandonada cheia de objetos que o lembram de suas origens, ele passa a reviver o passado para suportar o presente.

'Memória'

A ganhadora do Oscar Tilda Swinton estrela o drama vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, com roteiro e direção do cineasta tailandês Apichatpong Weerasethakul. Explorando a desordem dos sentidos, ela interpreta uma mulher escocesa em viagem pela selva colombiana que, após ouvir um estrondo alto ao amanhecer, começa a notar sons estranhos, enquanto mergulha em uma sensação de clareza.

'Os amores dela'

Indicado aos prêmios Queer Palm e Câmera de Ouro no Festival de Cannes, o longa de Charline Bourgeois-Tacquet foi especialmente escrito pela diretora para a atriz Anaïs Demoustier. No longa, ela vive uma personagem de mesmo nome que entra em um triângulo amoroso ao se apaixonar pela esposa de um homem com quem está saindo, casal interpretado por Valeria Bruni Tedeschi e Denis Podalydès.

'Paradise - Uma nova vida'

A comédia de estreia do cineasta Davide Del Degan na direção de longas ficcionais acompanha um jovem que, após testemunhar um assassinato da máfia na Sicília, é enviado pelo programa de proteção com uma nova identidade a uma vila nos Alpes italianos. Lá, ele fica amigo justamente do assassino que havia denunciado, que começou uma nova vida no mesmo lugar.

'Diários de Otsoga'

Idealizado e gravado durante a pandemia, o drama português dirigido pelo casal Miguel Gomes e Maureen Fazendeiro aborda os tempos de isolamento com uma história contada do fim para o começo: as filmagens foram feitas em ordem cronológica, mas a montagem foi invertida. A narrativa acompanha três amigos que dividem uma casa e decidem construir juntos um borboletário.

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