Serviço Secreto pede US$ 60 milhões extra para proteção da família Trump

Washington, 22 mar (EFE).- O Serviço Secreto dos Estados Unidos solicitou um aumento de US$ 60 milhões para o próximo ano, com o objetivo de custear a proteção da família do presidente, Donald Trump, e suas despesas de viagem, segundo informou na quarta-feira o jornal "The Washington Post".

Quase a metade desta quantia, US$ 26,8 milhões, teriam como destino a proteção da família presidencial em sua residência de três andares na Torre Trump, em Nova York, onde ainda vivem a primeira-dama, Melania Trump, e seu filho Barron.

Esses US$ 26,8 milhões, o Serviço Secreto usaria para alugar o espaço, hospedagem de seus agentes, entre outras despesas.

Os outros 33 milhões serviriam para cobrir custos de viagem do presidente, vice-presidente e outros líderes.

Uma explicação para esta verba estaria em Mar-a-Lago, a mansão de Donald Trump, onde o presidente costuma viajar com sua família nos fins de semana e também costuma convidar líderes de outros países, como o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

No entanto, os documentos que o "The Washington Post" teve acesso não citam Mar-a-Lago em particular.

Para o ano de 2017, o Serviço Secreto solicitou US$ 734 milhões para sua verba de "operações e apoio", onde está incluída a proteção da família presidencial.

O estilo de vida da família Trump tem sido uma sobrecarga não apenas para o Serviço Secreto, mas também para a Polícia de Nova York, que investe cerca de US$ 300 mil diariamente na proteção da Torre Trump, em Manhattan. EFE