Obras de apartamentos atingidos pela explosão da fábrica de pastilhas Valda, na Zona Oeste, começam nesta quinta-feira

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Quatro equipes enviadas pela fábrica de pastilhas Valda, que teve uma explosão de uma caldeira na tarde desta terça-feira e atingiu um prédio residencial ao lado, iniciaram as obras para reconstruir ou consertar os apartamentos do condomínio Cores da Mata, na Avenida Canal do Anil 1.263, que foram atingidos pelos destroços da fábrica. O retorno dos moradores para o prédio está previsto para semana que vem, segundo o presidente da Valda, Luciano Câmara.

Entres os quase 20 apartamentos do bloco 2 que foram atingidos, apenas os quatro mais danificados talvez passem do prazo estipulado pelo presidente. Câmara também diz que os ajustes finais, como a instalação das esquadrilhas de janelas e portas padrões da construtora Tenda, talvez só sejam concluídos em 90 dias, devido ao tempo de entrega da encomenda. Mas, enquanto isso, serão instaladas peças provisórias.

— Essa é nossa primeira, segunda e terceira prioridade. Esperamos que todos consigam estar lá já na semana que vem. Pelo ritmo que estamos querendo levar, conseguiremos. Apenas os ajustes finais, como as esquadrilhas, que demorarão um pouco mais, mas não vai impedir que ninguém já retorne — diz Luciano Câmara.

Os moradores dos quatro apartamentos mais danificados foram para o Hotel Vogue Square, na Barra da Tijuca. A outra parte, de 40 moradores, ou estão no prédio, ou estão em casa de familiares próximos.

Com obras, mas sem gás

Segundo relatos, os 40 moradores do bloco 2, o mais atingido, estão sem gás desde a explosão, na terça-feira. A empresa Naturgy, responsável pela assistência de gás no prédio, foi ontem ao local, mas não deu prazo para a solução do problema. Enquanto isso, alguns moradores têm recebido almoço e jantar da própria fábrica; outros vão a casa de familiares próximos.

— Minha mãe tem ido fazer o almoço na casa da minha avó enquanto nada é resolvido. Desde a última vez que eles passaram aqui, ontem, nenhuma satisfação foi dada — conta o massoterapeuta Igor Martins, de 23 anos, morador do prédio afetado.

O EXTRA ainda não conseguiu contato com a Naturgy.

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