Oito cervejas da Backer estão contaminadas com monoetilenoglicol ou dietilenoglicol, diz Mapa

Belorizontina foi a primeira cerveja identificada com o dietilenoglicol.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou uma nota informando que identificou a presença de monoetilenoglicol e dietilenoglicol em oito produtos da Cervejaria Backer. Foram encontradas as substâncias tóxicas nas marcas Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown e Backer D2, além das marcas Belorizontina e Capixaba. A informação foi dada pelo colunista Lauro Jardim.

As análises foram realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária e constataram 21 lotes contaminados. A cerveja Belorizontina passou a ter 12 lotes contaminados.

Confira os lotes das cervejas:

Belorizontina: L2 1354, L2 1348, L2 1197, L2 1604, L2 1455, L2 1464, L2 1593, L2 1557, L2 1604, L2 1474, L2 1546, L2 1487

Capixaba: L2 1348

Capitão Senra: L2 1609, L2 1571

Pele Vermelha: L1 1448, L1 1345

Fargo 46: L1 4000

Backer Pilsen: L1 1549, L1 1565

Brown: 1316

Backer D2: L1 2007

O GLOBO entrou em contato com a Backer e aguarda o posicionamento da empresa.