Olimpíadas: Bruninho e Ketleyn Quadros serão os porta-bandeiras da delegação do Brasil em Tóquio

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Bruninho e Ketleyn Quadros serão os porta-bandeira do Brasil em Tóquio (COB)
Bruninho e Ketleyn Quadros serão os porta-bandeira do Brasil em Tóquio (COB)

O Brasil terá Bruninho e Ketleyn Quadros como porta-bandeira na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, no dia 23, no Estádio Nacional de Tóquio. É a primeira vez na história que alguns países vão optar por dividir esta honraria, de acordo com iniciativa do Comitê Olímpico Internacional (COI) para promover a igualdade de gênero entre homens e mulheres. Pela regra, não há obrigatoriedade de escolha por dois representantes dos atletas. Mas, uma vez escolhida esta possibilidade, é preciso ter um homem e uma mulher.

Essa escolha não é simples. Primeiro é preciso levar em consideração fatores práticos e operacionais. Precisa ser atleta que disputará a Olimpíada em vigor, não se pode escolher estrelas de edições anteriores apenas para a função. Depois, esse atleta precisa estar na sede, preferencialmente hospedado na Vila Olímpica e não em Centros de Treinamento, durante a primeira semana de competições. Com isso, fica inviabilizada a escolha de estrelas que chegam no meio da competição. 

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“Eu acho que quanto mais operações deste tipo (Lava Jato) forem acontecendo, melhor. A gente tem que colocar tudo isso às claras. Mesmo que a gente dê dois ou três passos para trás, para limpar o nosso país e toda essa baderna, tem de fazer. Que a gente entre numa crise. Eu tenho certeza de que a vontade da mudança política existe. As pessoas se inteiraram muito mais depois de tudo isso”, disse Bruninho.

Também preferencialmente, a escolha exclui os atletas que vão competir nas 24h até 48 horas depois da festa. E quando isso não ocorre, é criado estratégia para que o desgastante seja o menor possível para o atleta. Por exemplo: o porta bandeira faz o desfile mas não fica para assistir a cerimônia integralmente. O COB leva em consideração características como histórico de bons resultados (títulos olímpicos), de boa conduta, que tenha histórias marcantes e que ajude a contar a história da sua modalidade no país.

Veja os porta-bandeiras brasileiros em todas as edições dos Jogos Olímpicos:

Antuérpia (1920): Afrânio Antonio da Costa (tiro esportivo) 

Paris (1924): Alfredo Gomes (atletismo) 

Los Angeles (1932): Antonio Lyra (atletismo) 

Berlim (1936) e Londres (1948): Sylvio de Magalhães Padilha (atletismo) 

Helsinque (1952): Mário Jorge da Fonseca Hermes (basquete) 

Melbourne (1956): Wilson Bombarda (basquete) 

Roma (1960): Adhemar Ferreira da Silva (atletismo) 

Tóquio (1964): Wlamir Marques (basquete) 

Cidade do México (1968): João Gonçalves Filho (polo aquático) 

Munique (1972): Luiz Cláudio Menon (basquete) 

Montreal (1976) e Moscou (1980): João Carlos de Oliveira (atletismo) 

Los Angeles (1984): Eduardo Souza Ramos (vela) 

Seul (1988): Walter Carmona (judô) 

Barcelona (1992): Aurélio Miguel (judô) 

Atlanta (1996): Joaquim Cruz (atletismo) 

Sydney (2000): Sandra Pires (vôlei de praia) 

Atenas (2004): Torben Grael (vela) 

Pequim (2008): Robert Scheidt (vela) 

Londres (2012): Rodrigo Pessoa (hipismo) 

Rio de Janeiro (2016): Yane Marques (pentatlo moderno) 

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