Olimpíadas: As músicas mais famosas dos Jogos

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GREECE - AUGUST 13:  Photo of BJORK; Bjork performing on stage at the opening of the 2004 Athens Olympics  (Photo by Mick Hutson/Redferns)
Bjork participa da cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2004, em Atenas (Mick Hutson/Redferns)

Muitos artistas famosos já emprestaram suas vozes para promover as Olimpíadas, mas foram poucos que realmente marcaram seu nome na história com canções memoráveis. Para entrar no espírito olímpico, separamos as melhores músicas sobre os Jogos até hoje.

Barcelona 1992: Barcelona – Freddie Mercury e Montserrat Caballe

Apesar de ter sido lançada em 1987, a colaboração entre Freddy Mercury e Montserrat Caballe foi o hino (não oficial) das Olimpíadas de 1992. Combinando rock, ópera e pop, a música é o maior sucesso da carreira solo de Freddie Mercury.

Seul 1988: One Moment In time – Whitney Houston

É provavelmente a música mais conhecida da lista, e não é à toa. O hino das Olimpíadas de 1988 capturou o sentimento de união da época, e chegou ao top 5 da Billboard na época.

Seul 1988: Hand in Hand – Koreana

Os Jogos de Seul em 1988 foram realmente especiais. Pela primeira vez contando com a participação simultânea de Estados Unidos, União Soviética e Alemanha Ocidental, as Olimpíadas tiveram não só uma, mas duas músicas icônicas. Assim como a canção de Whitney Houston, passa uma mensagem otimista de união, prenunciando o fim da Guerra Fria.

Atlanta 1996: The Power of The Dream – Celine Dion

Com uma performance lendária de Celine Dion na cerimônia de abertura dos Jogos de Atlanta, essa música não poderia faltar na nossa lista. A canadense se apresentou para mais de 100 mil pessoas no estádio e mais de 3,5 bilhões de telespectadores acompanharam ao vivo pela televisão.

Atenas 2004: Oceania – Björk

O comitê Olímpico surpreendeu o mundo ao pedir para Björk compor o hino das Olimpíadas de Atenas. E ela não desapontou. A islandesa roubou a cena na abertura dos Jogos de 2004 com uma belíssima apresentação. A canção, feita especialmente para as Olimpíadas, foi escrita sob o ponto de vista do oceano, segundo Björk. Em entrevista realizada em 2004, a cantora disse: “[O Oceano] não vê fronteiras, diferentes raças ou religiões que sempre estiveram no cerne destes [Jogos].”

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