OMS dá sua primeira aprovação emergencial da vacina Pfizer-BioNTech

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Um farmacêutico dilui a vacina Pfizer COVID-19 enquanto a prepara para ser administrada aos funcionários e residentes da Goodwin House Bailey's Crossroads, uma comunidade de idosos em Falls Church, Virgínia, em 30 de dezembro de 2020.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) deu nesta quinta-feira (31) sua primeira aprovação emergencial desde o início da pandemia para a vacina Pfizer-BioNTech, o que facilitará o uso do imunizante em países que ainda não a validaram, informou a entidade em nota.

“É um passo muito positivo garantir o acesso universal às vacinas contra a covid-19”, afirmou Mariangela Simão, diretora responsável pelo acesso a medicamentos desta agência da ONU, segundo o comunicado.

O procedimento, que pode ser utilizado pela OMS em caso de emergência sanitária, permite que países que não dispõem de meios para determinar rapidamente a eficácia e segurança de um medicamento tenham acesso mais rápido aos tratamentos.

O procedimento também permite que o Unicef, órgão da ONU responsável por grande parte da logística de distribuição da vacina em todo o mundo, e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) comprem a vacina para distribuição em países pobres, segundo a notícia.

No entanto, Simão enfatizou que "um esforço ainda maior é necessário para garantir que doses suficientes de vacinas estejam disponíveis para atender às necessidades das populações prioritárias em todo o mundo."

A vacina Pfizer-BioNTech já vem sendo usada há várias semanas no Reino Unido, mas também na União Europeia, Estados Unidos e Suíça, entre outros países.

Vários milhões de pessoas já foram vacinadas com o imunizante, de eficácia estimada em 95%, mas que requer temperaturas muito baixas de armazenamento, em torno de -80º Cs, o que dificulta sua distribuição.

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