OMS pede que fabricantes de vacinas anticovid mantenham preços baixos

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Uma enfermeira prepara uma dose da vacina da Pfizer contra a covid-19 em Los Angeles, Califórnia, nos EUA, em 9 de julho de 2021

A Organização Mundial da Saúde pediu nesta quarta-feira (4) aos fabricantes de vacinas contra a covid-19 que mantenham seus preços baixos e acessíveis, após informações de que dois laboratórios subiriam seus preços na União Europeia (UE).

A Pfizer-BioNTech e a Moderna aumentarão o valor cobrado por seus imunizantes baseados em tecnologia de RNA mensageiro porque os adaptaram a novas variantes do coronavírus, de acordo com relatos.

Segundo o jornal britânico Financial Times, que consultou um contrato celebrado com a UE, o preço da vacina da Pfizer passará de 15,50 euros (18,39 dólares) para 19,50 euros (23,14 dólares) por unidade e o da Moderna sairá de 19 euros (22,50 dólares) para 21,50 euros (25,50 dólares).

Mariangela Simão, assistente do diretor-geral da OMS para o acesso a medicamentos, vacinas e produtos farmacêuticos, destacou em coletiva de imprensa nesta quarta-feira que "é muito importante que as empresas estabeleçam políticas de preços acessíveis".

Simão disse que tanto a Pfizer quanto a Moderna aumentaram suas capacidades de produção, diversificaram suas fábricas e ampliaram a eficiência de sua produção.

"Em uma situação normal de mercado, isso levaria a uma queda nos preços e não a um aumento", apontou. “Temos um mercado em que a demanda é muito alta em relação à produção”, acrescentou.

“A OMS exige que as empresas mantenham seus preços baixos e acessíveis”, frisou.

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