ONU condena violações dos direitos humanos na Coreia do Norte, que rejeita 'categoricamente'

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(Arquivo) O dirigente norte-coreano, Kim Jong Un (AFP/STR)

Uma comissão da Assembleia Geral da ONU adotou nesta quarta-feira (17) uma série de regulamentos não vinculativos condenando as violações dos direitos humanos na Coreia do Norte, gerando forte rejeição por Pyongyang, junto com outras resoluções sobre o Irã, Crimeia e Mianmar.

Adotada sem votação, a resolução "condena nos termos mais veementes as violações dos direitos humanos de longa data, sistemáticas, generalizadas e graves".

Em um comunicado, a missão diplomática da Coreia do Norte na ONU "rejeitou categoricamente" a resolução endossada pelos membros europeus das Nações Unidas.

"A 'resolução', cheia de invenções infundadas, nada mais é do que uma tentativa tola por forças hostis de alterar a imagem da Coreia do Norte sempre vitoriosa e derrubar nosso sistema socialista", diz o comunicado norte-coreano.

Dentre as demais resoluções aprovadas pela comissão especializada em direitos humanos da ONU, que posteriormente serão endossadas pela Assembleia Geral, o texto sobre Mianmar e a situação das minorias naquele país, proposto pela Arábia Saudita, também foi aprovado sem o voto dos 193 membros.

A resolução sobre o Irã, proposta pelo Canadá, foi aprovada por 79 votos a favor, 30 votos contra e 71 abstenções.

Entretanto, a resolução centrada na situação dos direitos humanos na Crimeia e Sebastopol, apoiada pelos Estados Unidos e países da União Europeia, foi aprovada com 64 votos a favor, 20 contra e 93 abstenções.

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