Organizadores querem ato pela democracia enxuto e preocupam-se com segurança

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Os organizadores do ato pela democracia, que acontece no próximo dia 11 na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), querem um evento curto e com poucos oradores.

A ideia é resguardar semelhança com a Carta aos Brasileiros de 1977, que o inspirou, quando somente o professor Goffredo da Silva Telles Jr fez a leitura do documento. Além disso, espera-se reduzir o assédio que os organizadores têm sofrido para incluir personalidades e autoridades no evento. Se abrir exceção para alguma entidade, a pressão aumenta para abrir para outras.

Os detalhes serão acertados em uma reunião que acontece nesta quarta-feira (3).

O nome de quem lerá a Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito agora em 2022 está sendo mantido sob sigilo, por questões de segurança. Há preocupação em resguardar o escolhido de ataques de opositores.

Na expectativa de que haja alta adesão ao evento no Largo de São Francisco, o diretor da faculdade, Celso Campilongo, tem mantido contato com o secretário de Segurança, João Camilo Pires de Campos, para garantir que o evento transcorra sem problemas.

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