Público cobra patrocinador após Gabriel Medina revelar que não se vacinou contra a Covid-19

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A revelação de que Gabriel Medina não tomou a vacina contra Covid-19, feita por ele mesmo, revoltou a web. O público ficou decepcionado com a atitude do surfista. Principalmente pelo fato de que, como participante dos Jogos Olímpicos de Tóquio, ele tinha direito a receber o imunizante. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) disponibilizou as doses para todos os envolvidos antes do início do evento.

Além de críticas a Medina, as redes sociais foram tomadas por uma pressão do público com um de seus patrocinadores, o Banco Bradesco. A instituição foi marcada em diversos comentários que pediam uma posição da marca e contestavam o apoio a um atleta que ficou com a imagem manchada.

Nenhum destas interações foi respondida pelo banco, que até o momento não se pronunciou. Ao longo da competição de surfe dos Jogos, a marca usou bastante a imagem de Medina em anúncios comerciais.

Por não ter tomado se imnizado contra a Covid-19, o brasileiro vai perder a última etapa do Mundial de Surfe em Teahupoo, no Taiti. Ele explicou em uma live nas redes sociais que atletas não imunizados precisam fazer uma quarentena de 10 dias. E ,como vai disputar a etapa do México antes, que vai de 10 a 19 agosto, e a disputa no Taiti será de 24 de agosto a 3 de setembro, não dará tempo de cumprir o isolamento social.

No entanto, Medina pareceu não se importar muito por não disputar a última etapa. Líder do ranking, ele está com mais de 13 mil pontos à frente de Ítalo Ferreira, segundo colocado. A diferença dá uma grande vantagem a Medina, que busca pelo tricampeonato mundial.

— Eu não vou para Teahupoo porque não tomei a vacina, aí tem que fazer 10 dias de quarentena. Aí não dá tempo de ir do México para lá, porque é uma seguida da outra. Vou ser obrigado a não ir, sacanagem. Mas de boa. Eu posso descartar uma etapa, então está de boa — disse ele.

Quarto colocado na competição de surfe dos Jogos, Medina não informou os motivos para sua não vacinação. De acordo com o COB, cerca de 10% da delegação não foi imunizada. Não havia obrigatoriedade de vacina para participar do evento.

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