Pacheco diz que decisão sobre sabatina de André Mendonça cabe apenas a Alcolumbre

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (Foto: Roque de Sá/ Agência Senado)
Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (Foto: Roque de Sá/ Agência Senado)
  • Presidente do Senado defendeu o nome de André Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro para STF

  • Rodrigo Pacheco diz que decisão sobre sabatina de André Mendonça cabe apenas a Davi Alcolumbre, presidente da CCJ

  • Mendonça aguarda desde julho sabatina na CCJ do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), defendeu nesta quinta-feira (16) a confirmação do nome de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF). Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para a vaga, ele aguarda a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado desde julho.

O presidente da comissão, Davi Alcolumbre (DEM-AP), adiou a ida do ex-advogado-geral da União à comissão, depois que Bolsonaro entrou com um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes.

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Em sessão do colegiado ontem, senadores pressionaram para que o nome de Mendonça seja colocado em votação.

<p>Em uma publicação nas redes sociais nesta terça-feira (13), o advogado-geral da União, André Mendonça se pronunciou sobre a indicação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para o Supremo Tribunal Federal (STF). Ele declarou seu compromisso com a Constituição e agradeceu o apoio de líderes evangélicos.</p>
Ex-advogado-geral da União, André Mendonça, foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Em entrevista coletiva nesta quinta, Pacheco afirmou que a decisão sobre a data da sabatina cabe apenas a Alcolumbre.

“Acho que estamos em um bom caminho para exaurir esse assunto na CCJ, com a sabatina do ministro André Mendonça. Conversarei com o presidente Davi [Alcolumbre], respeitando a autoridade dele como presidente da CCJ, mas sempre faremos a ponderação do melhor caminho, de consenso.”

O presidente do Senado descartou a possibilidade de que Alcolumbre não tenha pautado a discussão por uma preferência por outro indicado, como o procurador-geral da República, Augusto Aras.

“As razões pelas quais ainda não foi feita a sabatina podem ser muitas. A indicação de um ministro é algo complexo.”

Segundo a colunista Monica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, André Mendonça deve desistir da candidatura à Corte.

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