Paçoconha: preso recebia maconha dentro de paçoca em presídio

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Maconha foi misturada em paçoca para passar desapercebida na revista de presídio (Divulgação)
Maconha foi misturada em paçoca para passar desapercebida na revista de presídio (Divulgação)

Os agentes do Centro de Detenção Provisória (CDP) ASP Nayan Xavier Ribeiro, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, apreenderam porções de maconha escondidas em pedaços de paçoca.

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (25) pela Secretaria de Administração Penitenciária. Segundo a pasta, o envio da droga ilícita era feito por uma mulher identificada como irmã de um dos presos que cumpre pena no local.

Na última quinta-feira (21), na visita do feriado de Tiradentes, a irmã tentava encontrar com o preso com oito porções de paçoca.

Durante a revista de rotina com um aparelho de raio-X, porém, os agentes pegaram ela em flagrante com a droga.

Segundo o G1, no total, foram apreendidos 89 gramas de maconha. A direção CDP informou que instaurou um processo para investigar o caso.

Maconha escondida em salgadinho

Em outubro do ano passado, um flagrante também chamou atenção dos agentes de segurança de um presídio em Jardinópolis, interior paulista. Os policiais apreenderam 400 micropontos de maconha sintética conhecida como k4.

De acordo com a administração da instituição, a droga foi enviada por Sedex pela mãe de um dos detentos e seria usada por ele para quitar uma dívida com outros presos. As informações são do G1.

De acordo com os responsáveis pelo local, a equipe de segurança recebeu um bilhete anônimo alerta sobre o ‘perigo’ da encomenda e denunciando os planos do destinatário.

Assim que o pacote chegou, o detento suspeito foi chamado pelos gestores do local e o conteúdo foi revisado pelos agentes. Segundo o G1, a droga estava escondida dentro de salgadinhos.

O detento alegou que usaria a droga para quitar uma dívida motivada exatamente por drogas com companheiros na instituição. A dívida que permaneceu pendente seria de R$ 600 reais com outros detentos.

Depois da confissão do detento, a direção da unidade prisional registrou boletim de ocorrência e iniciou procedimento disciplinar para apurar o caso.

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