Pagamento do auxílio emergencial a pais solteiros deve ser em duas cotas

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O pagamento retroativo do auxílio emergencial para pais solteiros ainda não tem data para acontecer, conforme informou ao EXTRA o Ministério da Cidadania. Já está definido, porém, que o repasse deve acontecer em duas cotas.

Em 2020, o presidente Jair Bolsonaro vetou um Projeto de Lei que incluía homens solteiros chefes de famílias na cota extra do Auxílio Emergencial. Dessa forma, apenas mães solo receberam o crédito dobrado, no valor de R$ 1.200. No entanto, o Congresso Nacional pediu revisão do veto e, na véspera do Natal (dia 24), o governo publicou a Medida Provisória (MP) 1.084, que destinava R$ 4,1 bilhões ao Ministério da Cidadania para a ampliação desse benefício.

Na última sexta-feira, dia 31 de dezembro, a Portaria nº. 731/2021 — que possibilita o início dos procedimentos operacionais para identificar os homens monoparentais beneficiários do valor complementar — foi publicada. Segundo a União, "os repasses estão previstos para ocorrer no início deste ano", e o calendário deve ser divulgado em breve.

Para saber se terá direito aos valores, o interessado pode acessar o aplicativo ou o site do auxílio emergencial. É necessário informar CPF, nome completo e nome da mãe. A data de nascimento também deve ser preenchida.

As regras para recebimento do benefício seguem as leis que criaram ou ampliaram o auxílio: em geral, estar desempregado e ter renda de até meio salário mínimo por pessoa da família (R$ 550) ou de até três mínimos para a toda a família (R$ 3.300).


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