Pai de fundador do duo Daft Punk tem fábrica irregular fechada na Bahia

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Daft Punk fez sucesso na música pop por quase 30 anos (Matt Sayles/Invision/AP)
Daft Punk fez sucesso na música pop por quase 30 anos (Matt Sayles/Invision/AP)
  • Fábrica e loja de produtos de beleza foram fechadas pela vigilância sanitária na Bahia

  • Elas pertenciam a Daniel Bangalter, pai de Thomas Bangalter, fundador do duo Daft Punk

  • O homem, que também tem passado de sucesso na música, vive em Caraíva há quase 20 anos

Uma fábrica de produtos de beleza foi fechada pela Vigilância Sanitária na Bahia esta semana. O curioso é que o empreendimento pertencia ao francês Daniel Bangalter, pai de Thomas Bangalter, fundador da dupla de música eletrônica Daft Punk.

De acordo com informações do jornal Correio, a Vigilância Sanitária de Porto Seguro foi responsável por interromper o funcionamento da fábrica na última segunda-feira. Isso porque ela funcionava sem nenhum tipo de registro ou licenciamento da Anvisa.

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Os produtos da fábrica eram vendidos pela loja Gahyia, também de propriedade de Bangalter. Segundo o Correio, o francês vive na Bahia, mais precisamente em Caraíva, desde o início dos anos 2000 e é dono de uma pizzaria e uma pousada no local, além de criador da ONG CaraivaViva.

Em seu país natal, Bangalter também fez sucesso na música e destacou-se na década de 70 como produtor da banda Ottawan.

Fiscalização apreendeu diversos itens na loja de Bangalter - Foto: Divulgação
Fiscalização apreendeu diversos itens na loja de Bangalter - Foto: Divulgação

Seu filho, Thomas Bangalter, enveredou pela música eletrônica e fundou em 1993 a dupla Daft Punk com Guy-Manuel de Homem-Christo. O duo anunciou a separação em fevereiro deste ano, mas, em quase três décadas, lançou sucessos mundiais como “Get Lucky”, “One More Time”, entre outros.

Apreensão na loja

Na loja Gahyia, a fiscalização apreendeu xampus, condicionadores, sabonetes, repelentes, protetores solares, perfumes, essências, entre outros. Não havia nenhuma informação sobre as substâncias utilizadas na composição dos produtos, e o local onde eram feitos não atendia às exigências sanitárias.

Agora, Daniel Bangalter deve responder por crime hediondo e por colocar a saúde pública em risco. A Secretaria de Saúde da cidade vai encaminhar o caso para a Procuradoria.

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