Países acusam China de ataque cibernético à Microsoft

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Cologne, Germany - July 2, 2017: Microsoft office building. Microsoft is an American multinational technology company that develops, manufactures, licenses, supports and sells computer software
Cologne, Germany - July 2, 2017: Microsoft office building. Microsoft is an American multinational technology company that develops, manufactures, licenses, supports and sells computer software
  • Grupo é liderado pelos EUA

  • Ataques teriam ocorrido entre 2011 e 2018

  • Alvo eram empresas e universidades, principalmente

Uma coalisão de países liderada pelos Estados Unidos acusaram formalmente a China nesta segunda-feira (19) de promover ataques cibernéticos contra a empresa Microsoft.

Em março, a companhia informou que uma vulnerabilidade em seu sistema de contas de e-mail corporativas ou de estudantes foi explorada por "um grupo de espionagem cibernética ligado à China". A falha foi corrigida, de acordo com a Microsoft.

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Se aliaram aos EUA na denúncias as Nações do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e da União Europeia, além do Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Japão e Canadá.

Segundo informou o Departamento de Justiça dos EUA, quatro chineses, sendo três autoridades de segurança e um hackers, executaram a campanha global de invasões, que atacou dezenas de empresas, universidades e agências governamentais.

As ações ocorreram entre 2011 e 2018 e, de acordo com o governo norte-americano, tinham como foco a coleta de informações que seriam benéficas para empresas e negócios da China.

"Os Estados Unidos e países ao redor do mundo estão responsabilizando a República Popular da China por seu padrão de comportamento irresponsável, perturbador e desestabilizador no ciberespaço, que representa uma grande ameaça à nossa segurança econômica e nacional", afirmou o Secretário de Estado dos EUA, Anthony Blinken, nesta segunda.

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