Palácio de Buckingham está "muito preocupado" com acusações de bullying envolvendo Meghan Markle

Extra e agências internacionais
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As acusações de suposta prática de bullying por parte da duquesa de Sussex, Meghan Markle, contra membros de sua ex-equipe no Palácio de Buckingham têm deixado a realeza consternada.

Segundo reportagem do jornal The Times, Meghan teria intimidado funcionários e conselheiros próximos no Palácio de Kensington, onde ela morava com o príncipe Harry após o casamento, em maio de 2018.

Em um comunicado oficial divulgado nesta quarta-feira, o Palácio de Buckingham disse estar "muito preocupado" com tais acusações, afirmando que deve "analisar as circunstâncias descritas no artigo" publicado pelo jornal.

"Os funcionários envolvidos, incluindo aqueles que deixaram a palácio, serão convidados a participar [dessa análise] para ver que lições podem ser aprendidas", continuou a nota da Casa Real britânica, acrescentando que "não tolera intimidação ou assédio no local de trabalho".

Segundo a reportagem, Meghan teria humilhado um de seus conselheiros, além de ter expulsado dois assistentes pessoais e de ter minado a autoconfiança de um terceiro membro de sua equipe. Os funcionários afirmaram que ela frequentemente os levava às lágrimas por intimidações, e que um assessor alegou que chegava a tremer na expectativa de ter de lidar com um confronto com a duquesa.

Na época dos supostos casos de mau tratamento, o Palácio de Buckingham parecia tentar esconder a situação em vez de resolvê-la, diz a reportagem.

Diante das acusações, a equipe atual de Meghan e do Príncipe Harry afirmou que os dois têm sido "vítimas de uma campanha de difamação calculada", e divulgou uma nota dizendo que Meghan se sente "triste com esse último ataque a ela", sobretudo por também ter sido "alvo de bullying". A nota também ressalta o desejo de Meghan em "se esforçar para fazer o que é certo e o que é bom" em seus trabalhos em todo o mundo.