Palmeiras e Galo foi frustrante e com a cabeça no jogo de volta

·1 minuto de leitura
Hulk carrega a bola, observado por Piquerez e Felipe Melo. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Comentei Palmeiras e Galo e fui para o jogo com boas expectativas, esperando um confronto aberto e ambicioso dos dois lados. Afinal, estávamos falando de dois dos três principais times do futebol brasileiro. 

Após 95 minutos, houve o contrário. Uma partida travada, com os técnicos mais preocupados com o confronto de volta do que resolver na primeira partida. Abel Ferreira preferiu uma formação mais experiente, com ideia de jogo físico e velocidade. Ficou mais na marcação, esperando um erro do Galo. O Palmeiras não ameaçou o goleiro Éverson em nenhum momento e Abel ainda tirou Dudu, sua maior expressão técnica, mesmo que ele não estivesse muito bem. Abel jogou para chegar vivo em Belo Horizonte. Os resultadistas adoraram, porque um empate com gols, dará a vaga ao Verdão. 

Leia também:

Cuca manteve sua ideia tradicional e escalou o Galo óbvio. Diego Costa sofreu o pênalti e teve sua única e importante participação, antes de sair machucado. Allan comandou o meio-campo e Hulk foi o nome que mais buscou a vitória, ainda que tenha perdido a cobrança da penalidade máxima. 

Agora, vamos ao momento decisivo, em BH. O Galo segue com favoritismo, mas o Palmeiras pode passar sem perder, apenas empatando em gols. Será um duelo bem mais intenso e vistoso, sem dúvida. E com mais futebol, depois da pobreza técnica que vimos entre duas grandes forças brasileiras. Que eles tenham noção disso. 

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos