Palmeiras fecha 2022 com quase R$ 70 mi em dívidas com a Crefisa

Valor devido pelo Palmeiras à Crefisa é referente às contratações de seis jogadores.
Valor devido pelo Palmeiras à Crefisa é referente às contratações de seis jogadores. Foto: (Ricardo Moreira/Getty Images)

O balanço financeiro do Palmeiras do ano de 2022 registrou uma dívida de R$ 67,9 milhões com a Crefisa, grande patrocinadora do clube do Allianz Parque, em referência às contratações ainda de Luan, Alejandro Guerra, Carlos Eduardo, Guerra, Borja, Deyverson e Dudu.

Quando das contratações destes atletas, o Palmeiras se comprometeu a devolver a quantia que a Crefisa investiu para que os jogadores pudessem ingressar no clube. O juros do 'empréstimo' é baseado na taxa de CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e aditivos no contrato do clube com a Crefisa fizeram com que fosse documentada a obrigação do Palmeiras a repor a exata quantia investida, além dos acréscimos.

Leia também:

Caso um dos atletas que foi adquirido com o auxílio da Crefisa seja vendido pelo Palmeiras, o clube deve devolver o valor com juros à financiadora. Se a quantia da negociação for menor que a investida, ou o jogador deixar o clube alviverde no fim do contrato, há o prazo de dois anos para que o empréstimo seja pago. Já se a venda for maior que o empréstimo cedido pela Crefisa, um possível lucro na negociação fica com o Palmeiras.

A dívida, que chegou ao patamar de R$ 172 milhões no fim do ano de 2019, tem caído com o passar dos anos: em 2021, o valor estava em R$ 110 milhões. Negociações de outros jogadores, que não os envolvidos no empréstimo da parceira, são utilizadas pelo clube para que a dívida seja sanada.

Veja o que o Palmeiras ainda tem a pagar à Crefisa

  • Luan - R$ 15,5 milhões

  • Guerra - R$ 1,3 milhão

  • Carlos Eduardo - R$ 10 milhões

  • Deyverson - R$ 16,8 milhões

  • Dudu - R$ 7,6 milhões

  • Borja - R$ 16,7 milhões