Palmeiras vendeu Veron para cumprir orçamento e fazer a fila andar após queda na Copa do Brasil

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A venda de Gabriel Veron por 10 milhões de euros ao Porto se deveu à necessidade do Palmeiras de cumprir seu orçamento. O clube já havia segurado a possibilidade no começo do ano com outas peças e previa obter recursos com alguma de suas joias no meio da temporada, para viabilizar o caixa e manter os pagamentos em dia. Os cerca de R$ 44 milhões por 80% dos direitos econômicos serão pagos pelo clube português de forma parcelada, mas aliviarão os compromissos firmados em momentos anteriores, alguns dos quais ainda por vencer e também parcelados.

Não houve avaliação de que o valor obtido com Veron foi aquém do esperado, embora o clube entenda que em outros momentos já havia perdido o timing de venda, como no caso de Gabriel Menino. Diante da precificação do mercado, a gestão de Leila Pereira deu aval para a operação, e o departamento de futebol entendeu que Veron não tinha perspectiva de maior valorização, em função do histórico e do processo de maturação, após contribuição razoável no aspecto esportivo.

Além disso, o Palmeiras tem uma nova safra pronta para servir ao profissional e fazer a receita girar com vendas futuras ainda mais rentáveis, caso do atacante Giovani e mais de dez outros jogadores. A ordem é: ou o atleta que sobe gera impacto em campo, ou é negociado. Outra razão é a queda nas oitavas de final da Copa do Brasil, que ligou o alerta para a queda nas receitas com bilheteria, sócio-torcedor e premiações. A meta orçamentária do Palmeiras era chegar ao menos nas quartas de final.

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