Pandemia aumenta risco de diabetes em crianças e adolescentes, diz novo estudo; entenda

As restrições impostas pelo isolamento social durante a pandemia de coronavírus impossibilitou, entre muitas outras coisas, a prática de atividade física. Um estudo conduzido pelo Centro de Pesquisa Biomédica Pennigton, na Louisiana, Estados Unidos, foi além e avaliou que a quarentena foi um estimulante para a prática sedentária em crianças e adolescentes, o que desencadeou distúrbios do sono e aumento do consumo de alimentos processados, resultando no crescimento da diabetes tipo dois nessa faixa etária.

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Os cientistas se basearam em uma revisão retrospectiva de um prontuário de admissões por diabetes em um hospital infantil. Eles analisaram as crianças que deram entrada entre março e dezembro de 2019 e compararam com o mesmo período no ano seguinte.

O estudo demonstrou que houve uma maior incidência de crianças no ano do início da pandemia do que no período anterior. Em 2019, por exemplo, a taxa de hospitalização por diabetes 2 foi de 0,27%, ou seja, oito casos de cerca de 3 mil hospitalizações. Em 2020, o número saltou para 17 casos — 0,62%.

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Vale lembrar que a obesidade infantil é uma das principais causas no desenvolvimento de diabetes. Manter uma alimentação saudável, rica em nutrientes, vitaminas, furtas e legumes é essencial, aliado sempre com uma rápida procura a um profissional que pode dar um diagnóstico preciso para melhorar a saúde da criança.

Número recentes do Atlas do Diabetes, divulgado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) no início de 2022, apontam que na última década houve um aumento de 26,6% no número de pacientes diabéticos no Brasil. O relatório diz ainda que há cerca de 1,2 milhão de crianças e adolescentes vivendo com diabetes

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Com o avanço da vacinação contra a Covid-19, as atividades ao ar livre em parques e escolas foram retomadas, porém, mesmo em casa, é sempre recomendável se exercitar e ter uma alimentação saudável.

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