Pandemia do coronavírus ameaça réveillon de Copacabana

Diego Amorim
·1 minuto de leitura
Fogos coloridos tomaram o céu de Copacabana, encantando as 2,9 milhões de pessoas na orla da praia

RIO — Pela primeira vez em décadas, a Praia de Copacabana pode ficar sem réveillon. A realização da festa, que reuniu 3 milhões de pessoas na última edição, depende da evolução da Covid-19 no Rio, e, apesar de a prefeitura frisar que ainda é cedo para bater o martelo, alternativas já são estudadas. Entre elas, a transmissão dos shows pela internet (num modelo parecido com as lives que vêm fazendo sucesso nesta quarentena) e uma maior distribuição de palcos pela cidade, para diminuir a concentração de pessoas na orla.

Como O GLOBO informou neste domingo, dia 21, o carnaval em fevereiro também é incerto. Jorge Castanheira, presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) deve convocar esta semana uma reunião para debater os rumos da folia e há, entre dirigentes de agremiações, quem defenda um adiamento dos desfiles para março, maio ou até mesmo para o feriado de Corpus Christi, em junho.