Pandemia deixou as famílias do Reino Unido US$1,2 trilhão mais ricas

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De acordo com relatório de 7 de setembro, o preço dos imóveis voltaram a crescer. Foto: Getty Images.
De acordo com relatório de 7 de setembro, o preço dos imóveis voltaram a crescer. Foto: Getty Images.
  • O patrimônio total das famílias britânicas teve um aumento de 890 bilhões de libras;

  • Ao mesmo tempo, o Reino Unido teve o pior momento da saúde pública, emprego e economia;

  • A valorização vem, em parte, da expansão recorde do setor imobiliário no país.

O Reino Unido registrou o aumento do patrimônio total das famílias britânicas em cerca de 890 bilhões de libras, o equivalente a US$ 1,2 trilhão, desde o começo da pandemia. O aumento, de 6%, acompanhou um paradoxo, pois foi pior momento da saúde pública, segurança no emprego e economia da nação. 

Durante a pandemia de covid-19, o Reino Unido teve o maior número de mortos da Europa Ocidental, enfrentando a pior das recessões entres as economias do Grupo dos Sete.

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A valorização vem, em parte, da expansão recorde do setor imobiliário do nação, elevando o preço dos ativos do habitante médio britânico. Esse tipo de crescimento nunca foi visto em uma recessão desde os anos 1950.

Segundo o relatório do Credit Suisse de julho, por adulto, o patrimônio global teve um recorde de crescimento de US$ 80 mil.

Após deixar a União Europeia, o país se encontra em uma conjuntura politica e social destacada. A principal ação do governo é estimular regiões e resultados econômicos.

De acordo com relatório de 7 de setembro, o preço dos imóveis voltaram a crescer. Os motivos principais estão nas baixas de juros, escassez de oferta, economia acumulada no decorrer dos lockdowns e a procura por imóveis distante das grandes cidades.

Segundo o Resolution Fundation, as famílias britânicas mais ricas tiveram, em média, seus patrimônios aumentados em mais de 50 mil libras. Já para os 30% mais pobres, a média cresceu em apenas 86 libras por adulto.

Os valores dos imóveis aumentaram até 13%, inclusive havendo investimentos em pensões, o que foi gerado pelo aumento dos ganhos do mercado imobiliário. Em comparação com a crise financeira de 2008, o preço dos imóveis teve queda de 15%.

As informações são da Exame.

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